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Textos com Etiquetas ‘utopia’

Subversiva

29, agosto, 2010

É realmente triste ouvir a mesma burrice quase todo dia, já que a pauta do momento, finalmente, são as eleições desse ano “Ah, mas o que adianta votar em quem não tem chance de ganhar?”. Sinto vontade de desmaterializar cada pessoa que repete essa estupidez na minha cara. Quem vota e elege, carai? Sou contra o voto nulo quando há opções, mas concordo que pra esse ano as coisas estão críticas. No primeiro turno acho até que sei em quem votar, mas se as tais pesquisas conseguirem manipular um segundo turno, de acordo com as previsões para o tal pleito, anularei. Eu JAMAIS votaria em Serra ou Dilma por achar que são mais farinha do mesmo saco furado que os demais, ambos fedem mais do que o resto todo. Para o governo de SP a coisa fica mais feia ainda, não vejo opção nem para o primeiro turno. Claro, a lenda do voto nulo é uma utopia com a qual a maioria dos brasileiros gostaria de contar de verdade, assim como o bom senso da instituição da votação não obrigatória, mas  nossa Constituição – que era pra ser provisória – é o quebra galho que sustenta as leis de nossa sociedade desde 1988. E tudo bem, Brasil que canta e é feliz e idiota… Vamos brincar de ver Jornal Nacional e se indignar com a violência urbana, o estupro social é varrido pra debaixo do tapete e mais uma geração crescerá mais ignorante e fodida que a última.

Música para embalar pesadelos: Firestarter – The Prodigy

Brisas ,

Imaginação Sociológica 2

6, agosto, 2010

Ano de eleições, hora de decidir o futuro. Gostaria de informar aos meus leitores que pesquisas realmente não são confiáveis. Como jornalista, gostaria de contar as sujeiras que vi, mas não posso por questões legais. Apenas posso afirmar que os lugares mais desonestos e decepcionantes em que já trabalhei foram institutos de pesquisa, fato que me ensinou a nunca acreditar nos supostos ‘resultados’ que as supostas pesquisas apresentam. Acredito que a solução para quem busca uma resposta seja olhar para dentro de casa. Esse post é meio reciclado, é um dos mais acessados do meu site (talvez por ser uma citação) e acho mais do que apropriado republicar hoje. >>>

“Quando uma sociedade se industrializa, o camponês se transforma em trabalhador;  senhor feudal desaparece, ou passa a ser homem de negócios. Quando as classes ascendem ou caem, o homem tem emprego ou fica desempregado; quando a taxa de investimento se eleva ou desce, o homem se entusiasma, ou se desanima. Quando há guerras, o corretor de seguros se transforma no lançador de foguetes; o caixeiro de loja, em homem do radar; a mulher vive só, a criança cresce sem pai. A vida do indivíduo e a história da sociedade não podem ser compreendidas sem compreendermos essas alternativas.

E, apesar disso, os homens não definem, habitualmente, suas ansiedades em termos de transformação histórica (…). O bem-estar que desfrutam, não o atribuem habitualmente aos grandes altos e baixos da sociedade em que vive. Raramente têm consciência da complexa ligação entre suas vidas e o curso da história mundial; por isso os homens comuns não sabem, quase sempre, o que essa ligação significa para os tipos de ser em que se estão transformando e para o tipo de evolução histórica de que podem participar. Não dispõem da qualidade intelectual básica para sentir o jogo que se processa entre os homens e a sociedade, a biografia e a história, o eu e o mundo. Não podem enfrentar suas preocupações pessoais de modo a controlar sempre as transformações estruturais que habitualmente estão atrás deles (…).

O que precisam (…) é de uma qualidade de espírito que lhes ajude a perceber(…) o que está ocorrendo no mundo e (…) o que pode estar acontecendo dentro deles mesmos. É essa qualidade (…) que poderemos chamar de Imaginação Sociológica.”    C. Wright Mills

Música pra hoje? Mkay… Saudades do velho game do Tony Hawk… Police Truck – Dead Kennedys (com minha nova professora virtual de guitarra)

Brisas ,

Várias verdades, várias éticas?

23, maio, 2010

Talvez ponto de vista defina cada verdade. O que era alto para o baixo, era baixo para o alto e por aí vai. Parece óbvio não ser possível haver apenas uma verdade, mas será possível haver duas éticas? Por exemplo:  propaganda enganosa é, na verdade, um chamado ao questionamento? Quer dizer, se o sujeito acredita no que um vendedor lhe diz sobre um produto que precisa adquirir e só depois se descobre lesado, ele deve assumir que a culpa é sua por não ter desconfiado sempre, por ter acreditado no que o vendedor lhe dizia sobre o produto? Até que ponto a culpa é passiva? Se o vendedor disser que o produto tem tal garantia e, depois de comprar, o consumidor descobrir que nunca existiu, é  óbvio que houve falta de ética por parte do vendedor.

Ética e verdade são coisas que nem sempre andam juntas. Existe gente verdadeiramente sem ética e que não se importa em admitir ao que veio, há quem seja eticamente verdadeiro, mas ser ético e ser verdadeiro, as duas coisas juntas e simultaneamente, aí é que são outras. Pode-se desculpar a falta de ética e/ou de verdade pela urgência de se sobreviver, mas é errar com o princípio da sobrevivência. Quem é, é  vivendo ou morrendo, as pessoas não ficam mais éticas ou menos verdadeiras. O que realmente impera é a demagogia. A verdade é que dói se assumir, sair do armário dos bons  moços e admitir que fez cagada, que precisava vender e então inventou uma garantia pra melhorar o ‘podruto’. Aí culpa-se o comprador por não saber tudo antes, por não pesquisar, por não conhecer as diferentes verdades que, motivadas por diferentes necessidades, reinventam a ética.

Música do Foo, pra variar (será que eles vêm esse ano?): Let it die

Brisas

NO AR! A culpa é de quem?!

8, maio, 2010

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E aí?

Brisas, Conselhos Inúteis ,

Eu acredito na web

16, fevereiro, 2010

Enquanto jornalista, sei que empresas de comunicação vtnc* buscam o lucro. Então, as revistas, jornais, emissoras de rádio e TV possuem dois públicos: um é o leitor/ouvinte/telespectador e o outro é o anunciante. O segundo não se interessa por uma empresa que não tem muito público, o grande público se interessa pelo que há de podre no reino da Dinamarca. Seguindo tal preceito, é natural que as empresas de comunicação transformem a realidade dura num mundo cão muito pior. É natural que editores só queiram publicar o que vende, natural valorizarem mais o projeto comercial do que a obra em si. Natural a comunicação ser um mercado imoral de informações quase sempre inúteis (ou inutilizadas pelo alinhamento editorial).

Por saber como é feita a salsicha comunicativa é que adoro e acredito na web. Sim, muitos portais são extensão da TV, com tudo o que ela tem de pior e inventam mais merda ainda, muito jornalista usa notícia de twitter sem checar, muita subcelebridade só aparece na web para, então, ser alavancada para a TV ou revistas tipo ‘Bundas’. Mas aqui ainda é terra de ninguém, sabe? Posso expressar o que quiser, quando quiser e sem qualquer interferência hierárquica, posso saber o que o leitor pensa sem intermediários, tenho mais alcance do que se estivéssemos nos anos 50, sou fruto e raíz da geração digital. Claro, também acesso muito mais informação e isso me deixa um pouco pessimista. Massa é massa, empresas lucram com elas e não com os farelos, empresas ainda movimentam a economia mais do que o seus consumidores e a economia, por sua vez, movimenta a sociedade.

Utopia mesmo é imaginar uma vida onde a economia e a imaginação sociológica estejam separadas… Enquanto isso não é possível, escrevo livremente sobre meu tempo e idéias, sem deixar que o pensamento mercantilista guie minhas palavras e esperando gerar beleza, de alguma maneira. Beleza é verdade, e ainda há quem acredite que seja Ela a salvadora de qualquer humanidade que ainda exista…

Música boa: Deixe-se acreditar – Mombojó

* P.S. Ops, escorreguei na regência do verbo visar, no primeiro parágrafo, mas já fui corrigida pelos meus queridos fãs, que já acordam ligados no meu nadahumilde blog… Obrigada, paga-pau anônimo (a). Se você assinasse embaixo quando tenta agredir virtualmente (hahaha, franguinho) eu até teria publicado sua delicada observação sobre a regência do verbo. Isso é que é argumento, hein… Brilhante!

Brisas ,

Socialvibe – legal!

2, fevereiro, 2010

Por nada, não… Mas troquei meu tempo perdido com Farmville para perder tempo com ações sociais através da web. A Socialvibe, cujo widget está aí ao lado bem na cara, é uma maneira de ajudar uma entidade que lhe interesse participando e apoiando ações de marketing que patrocinam a iniciativa. Então, você clica ali e participa de alguma atividade online onde o patrocinador vai te fazer ver a marca dele e, em troca da influência que tentou exercer sobre sua vontade, ele manda um troco para ajudar a instituição que escolhi. Você não gasta nada além de tempo. Resolvi ajudar a fundação Art of Elysium, pois como mãe sei que, infelizmente, a maioria das crianças vai parar no hospital algumas vezes e, nessas horas, arte pode ser tão curativa quanto remédio. Então, queridos leitores, peço que também ajudem clicando aí de vez em quando para ajudar os artistas que trabalham com um público tão especial. Música para uma terça chata, de recuperação e sashimi só pra mim (além da faxina que me espera, a casa parece ter sido visitada por demônios da Tazmania), então música pra dar um gás e mostrar que algumas crianças sabem fazer arte melhor que gente grande: Radio Riot – Tiny Masters of Today (tão lindinhos! Já imagino meu Petit Prince guitarreiro…)

Brisas , ,

As coisas mudam

18, janeiro, 2010

E como a fábula da raposa que queria as uvas é sempre contemporânea, talvez eu seja a raposa que não alcançou o cacho do romance que tanto queria escrever, me surpreendi ao me decepcionar com a alta nota que tirei num trabalho medíocre, afinal o curso foi medíocre e alguns colegas conseguiram se superar no quesito estupidez. A retrospectiva de 2009 foi bem parecida com a de 2008, mas espero que a de 2010 seja diferente, espero conseguir evitar o estresse, espero conseguir fugir pro mar e viver mais de brisa do que de trabalho.  Por que sei como é fazer isso, sabe? Sei e já fiz, sempre acho conveniente lembrar o leitor que toda minha profunda opinião é fortemente embasada em teorias que surgiram apenas de minha própria experiência. E eu sempre fiz muitas experiências… pago pra ver  a vida e pago sozinha; ou nem pago quando vejo que não vale a pena, mas sei que não sou patricinha de Higienópolis que é rebelde com o cartão de crédito do papai aposentado, sou idiota por conta própria e de acordo com minhas experiências. Ah, eu não nasci pra sofrer… Tem gente que escolhe isso.

As coisas mudam quase sempre pra melhor pra quem é otimista e sabe ver o lado bom das coisas, aprender as lições da vida. Eu sempre repito que tenho muito mais pra agradecer do que pra pedir, principalmente de ‘coisas’ que me livrei por seguir meu coração e confiar na minha sorte. Acho que, mais uma vez, vou acertar pois sei bem o que quero e qual é meu objetivo de vida agora, pois se parar pra pensar talvez nem haja futuro e por isso não tenho (ninguém tem) tempo pra perder com o que não lhe é fundamental. Não vejo futuro pra tanta gente que vive sem viver, que pensa que o coma alcoólico que teve na adolescência que nunca acaba foi uma tremenda aventura, que tem medo de se jogar na vida e ver o mundo longe do conforto de quem é obrigado a  suportar o que gerou.

As coisas mudam, ainda bem… As ‘coisas’ que ‘ não mudam, limitam-se em suas precariedades, em suas derrotas não superadas, em seus trabalhos mal feitos e em suas vidas de natureza morta. Minha morte, como já disse, talvez nunca aconteça de fato e, se acontecer nos próximos séculos, será uma festa para celebrar o fim de alguém que esgotou a vida por ter feito tudo o que quis. Mas, pensando em meu possível fim, ainda bem que as coisas mudam…

Música de primeira para essa segunda, dia de corno, ofereço para todo mundo que não sabe viver, só morrer de raiva de quem vive… The killing lies – The Strokes

É com a Lia

Visto minha camisa

10, julho, 2009

Obrigada! Eu prefiro resolver a reclamar. Tudo bem que meu blog só tem reclamações, aqui é onde eu registro os anseios para depois colocar alguma coisa em prática, é onde pratico a teoria. Mas, obrigada! Todo dia eu enxergo o quanto tenho pra agradecer, me esforço para não ser ingrata com a vida maravilhosa que tenho.  Dizem que é a ignorância a rainha da felicidade, talvez seja a rainha da tristeza também. Enquanto tantos são os que não têm tempo nem pra pensar na vida, pois precisam trabalhar muito duro para sobreviver, muitos têm tempo de sobra pra pensar nisso e em muito mais, e pensam que são infelizes pelo privilégio. Reclamar não resolve, só alivia. É só um ponto de afirmação, o estaleiro da ação que pode contrariar o incômodo. E não é preciso muito para agir. A sensação de impotência que faz os “não-ignorantes” sentirem-se infelizes pode desaparecer. Sim, mais uma utopia da tia Lia, mas se funcionou pra mim, por que não contaminar você, pobre leitor? Cresci ouvindo que nada é pior que um bom conselho acompanhado de um mal exemplo. Mi madre sempre foi fumante e falava pra eu e meu irmão nunca chegar perto, que era um vício terrível e etc. Ambos fumamos. Não é culpa dela, mas a idéia não tem credibilidade se não for vivida. Não posso sentar em cima do meu rabo e falar do rabo alheio. Se na casa do ferreiro o espeto é de pau, sinal que o espeto que ele faz é uma merda!

Resumindo a tortura, mes amis, ao viver o que acredito estou contribuindo para um mundo como idealizo, ao colocar em prática no meu dia-a-dia tudo o que prego, teorizo e defendo estou agindo para realizar meus sonhos. Não preciso ser ignorante para ser feliz, nem preciso me ocupar tanto ao ponto de não ter nem ao menos tempo pra pensar na vida, só preciso acreditar que estou fazendo o melhor que eu posso, e descansar com a consciência leve e o coração tranquilo por realmente fazer minha parte, pelo menos na minha vida. E todo mundo tudo está conectado na vida…

Música pra sexta.. Ah, eu adoro sexta!!! E estou numa fase Artic Monkeys, então vou ser legal e dar um link pra vocês baixarem cds dos caras aqui e a música que anda na minha cabeça nos últimos dias: 505 – Arctic Monkeys

Brisas , ,

Blá blá blá whiskas sachet…

1, julho, 2009

É, eu gosto de brigar. Nem sempre pra fazer as pazes, mas não brigo por besteira – a não ser para fazer as pazes. Uso o mundo virtual para gritar, expressar, aprender, me divertir. Claro que eu não sou o que escrevo, mas tudo o que está escrito é uma expressão de mim. Nem tudo é autoretrato, mas cada coisa tem minhas impressões digitais. E cada vez que me leio me amo um pouco mais. Amo minha evolução, minha ingenuidade, meu estilo ninja de ser insuportável aos infelizes, meu idealismo e pé na taba. Eu sei que alguns amigos acompanham meu blog, mas tem muito mais “muy amigos” interesssados na minha vida, podem crer… E eu sei o motivo: minha vida é muito mais legal que a deles. E minha vida não se resume ao virtual, isso é só uma pequena parte do meu universo…

Infelicidade é algo muito infeliz. Ok, isso é redundantemente pleonástico, mas eu não vejo um ciclo mais vicioso que a tristeza. Quem é infeliz só vê tristeza. Quem não tem esperança não está vivo, apenas não morreu ainda. Quem não acredita que a vida pode (e deve) evoluir para algo melhor para a maioria está fadado ao aprisionamento espiritual, ao endurecimento intelectual e ao abandono, ninguém agüenta gente tão down… Talvez seja reflexo daquele comportamento infantil no qual a criança diz que está dodói pra ter atenção. Quando vê que tem retorno, ela repete que está dodói por qualquer coisa, só pra chamar atenção. Há crianças que chamam atenção agredindo, outras fazendo o papel de vítima, mas quando esse comportamento não é compreendido e trabalhado na infância, temos adultos que resolvem chamar atenção do mesmo jeito, encenando de maneira um pouco mais experiente. Mas que se fodam os infantilóides e infelizes desse mundinho… Não compensa gastar vela boa com mal defunto. Só quero saber do que pode dar certo, não tenho tempo a perder…

Musiquinha: Brianstorm – Arctic Monkeys

P.S. A música é boa mesmo…

É com a Lia ,

Derradeira…

27, maio, 2009

E abençoada esperança. Tsukeee!! Bacana quando isso acontece, quando não quebro a cara assim, muito depressa. Claro, talvez eu esteja me enganando, talvez me enganaram e eu acreditei por ser mais fácil acreditar, por ser melhor assim. Então eu consegui sarna pra me coçar, muito trabalho e novas responsabilidades, parece que vai ser legal… Normal. Não me sinto muito animada depois de tudo, sinto que consegui o que queria, mas que fica cada vez mais difícil evitar a fadiga…

Mudando de alho pra bugalho, meu best place está pronto. Tudo no lugar, essa semana eu volto a pintar. No quarto de empregada que transformei em zona de conforto estão a maioria dos meus livros, todos os mangás e gibis (inclusive a coleção do Lobo :) ), espaço pra colocar uma rede, trilho de cortina pra eu colocar diferentes tecidos pra fazer fundo fotográfico na parede, meu cavalete, painéis começados e abandonados, guitarra e violão… Enfim, é um lugar que será um mundo… E é ao lado da cozinha, né? Ou seja, a geladeira fica bem perto. Agora é só alegria. Pintar painéis pra minha parede, inventar novas cortinas, pensar em tapetes e enfeites, coisas que fazem o dia-a-dia de uma casa.

O Américo, ah… Agora não quer dormir em sua cama, no seu quarto. É um deus no acuda toda madrugada. E ele tem vencido todas, ou acaba na nossa cama ou eu vou pro quarto dele. Chato, chato, chato… Mas aplicar a técnica de deixar chorar até esgoelar não é uma saída, pois ele sabe chorar até vomitar e isso faz o prejuízo ser muito maior… A última tentativa resultou na lavagem do edredon da minha cama, lençóis, fronhas e capa do colchão em plena madrugada. Se tivesse um botão de desligar, seria bem meais fácil… Nesse momento… AAaahhhhh!!! Que sono!!! Hoje foi metade da noite em nossa cama e metade no quarto dele. Tudo bem… Minha vida é linda, mesmo sem descanso…

ahahasleep

Músicam pra googlar hojem: Dumb – Nirvana

É com a Lia , ,