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Textos com Etiquetas ‘tempo’

Segue em frente

4, agosto, 2010

Passar o tempo passando por cima de tudo, é mais fácil estar em cima. Seguir seu caminho sem olhar para trás, nem olhar pra frente, talvez olhar pros lados quando se distrair da visão de seus passos. Um pé de cada vez, um movimento de cada vez, nada mais importa além de seguir em frente. Não há nenhum outro caminho, nada mais volta, a estrada é só sempre de ida enquanto o tempo sempre obriga a seguir em frente, não importa a direção. Não andar por baixo, quase voar em seus passos que seguem o caminho que segue em frente, aceitar já saber que não há qualquer outra direção. Não é a leveza da jornada, talvez a esperança de que obstáculos surgem para serem superados ou o medo de o caminho ser mudado quando isso acontece. Trabalhar o que há, plantar o que se espera colher. Rosas também têm espinhos… Mas é importante agradecer-lhes pela beleza e pelo perfume que emprestam à vida.

Versos, É com a Lia , ,

Não é preciso experiência

2, agosto, 2010

A televisão, agora a web mais ainda, podem deixar burro, muito burro demais. O excesso é a chave para o desperdício. Desperdiçamos informações. É tão rápido, tão fácil que nunca mais memorizei receitas, apenas busco no google. Boa parte da minha memória foi substituída pelo buscador e lembrar de coisas é uma parte importante da inteligência. Dizem que o brasileiro não tem memória, logo isso será verdade absoluta e mundial. As novas gerações crescerão acostumadas a memória eletrônica, talvez não precisem nem lembrar da própria vida, pois tudo estará digitalizado para a posteridade. Será um tipo de Alzheimer condicional, usaremos nossos cérebros para outras coisas,  como o prazer  – se conseguirmos lembrar de que é bom…

Não consigo lembrar de mais nada que possa funcionar  em nosso cérebro sem que precisemos voluntariamente lembrar de alguma coisa… Viu?

Música, do Guitar Queer-O:  Carry on, wayward son – Kansas

Brisas ,

Caí, mas estava flutuando…

13, julho, 2010

Foi hoje, caí e quebrei a pica. Me senti mal, tipo sem controle da situação. Realmente o máximo de controle possível quando se quebra a pica é a dignidade de não baixar o nível ou chorar ou ficar extremamente emocionado. Mas aí, até agora há pouco, até começar a escrever, não percebi que durante todo este tempo eu estava flutuando. Sim, ou não… Ou talvez seja uma brincadeira da minha insanidade, claro que fiquei mals, quebrar a pica dói. Mas é como se estivesse protegida do meu próprio fel, por mais raiva que sinta, sinto que não perdi grandes coisas, sensação talvez de despeito, talvez por autoproteção. Mas as coisas acontecem e assim é viver, é ter muitas coisas que você não controla, algumas que você pensa que controla, todas acontecendo todo o tempo.

E então meu príncipe chegou da escola e eu olhei pro outro lado. E vi que não controlamos os acontecimentos, mas as coisas surgem por que você as atrai, de certa forma. Da mesma maneira que atraí a fratura da minha pica, atraí o alívio para a dor. Olhar pro outro lado aliviou, afinal quase era madame daquelas que cria filho por telefone e se remói de culpa em terapias e regimes – coisa que sempre considerei triste como vida. Essa nova ‘coisa’ aconteceu e mudou quase tudo… Mudou pra melhor, mudar é melhor pois é condição vital. O que não existe não muda. Anseio, causo e atraio mudanças. As que me beneficiam, na verdade, me sabotam no quesito superação. Altos e baixos, belas e feias, nem dá pra escolher muito o que mudar, nunca se pode garantir o desdobramento esperado. Quebrei a pica, mas agora está doendo menos. Talvez amanhã doa de novo, mas um dia essa dor some, vai ficar só a lição da experiência.

É para mudar que a vida acontece, para isso que devo estar viva, mudar alguma coisa. Apesar de não ser religiosa, tenho muita fé no que sinto. E sinto que a vida e suas mudanças querem me colocar diante do que realmente precisa ser mudado, sinto que não cabe mais caber em parâmetros que não foram idealizados por mim, sinto que não consigo mais engolir e mentir para manter o que quer que não me agrade de verdade, o que quer que não me faça orgulhosa de minha obra. Vou me auditar mais, quero descobrir o que fazer para sair dessa mudança como uma Fênix ainda mais forte.

Rock and Roll time, so… Primus – Jerry was a race car driver

É com a Lia ,

Chovendo no molhado

24, fevereiro, 2010

Por que é inevitável, gente. Não consigo deixar de escrever sobre tanta estupidez que vejo a cada dia, todo dia, cada vez mais. Aí, no Uol, tinha uma matéria cujo título é Dez dicas de estilo para as calouras que acabaram de entrar na faculdadeDicas de estilo para calouras? Epa, peraí, tudo bem que o mundo acadêmico é cada vez mais um mercadinho imoral de diploma, mas a impressão que dá é que querem evitar a repetição do fenômeno Geisy (?), pegou mal para a emergente classe média que, enfim, pode pagar um curso numa unibosta da vida. E o Rebolation? Sabe o que dá mais vergonha nesses hits do verão/carnaval? Quando um gringo pergunta se eu gosto também, pois é o tipo de música brasileira que faz o maior sucesso no exterior – o que me faz concluir que gringos são, na maioria tão burros quanto a maioria dos meus compatriotas que são fãs de Black Eyed Peas, por exemplo. A música ruim faz sucesso aqui e vende bem lá fora assim como a maioria do que vem de fora e faz sucesso aqui é porcaria. Outra vergonha é que esse vídeo caiu na rede no dia do meu aniversário (só percebi isso agora, mas resolvi ficar indignada com isso também)

Literatura versus mclivro, há quem defenda aos berros que o mclivro de hoje será considerado literatura amanhã. Por que? Tudo bem que considera-se literatura muita porcaria velha devido ao valor histórico, falta de opções, situação desgraçada do autor durante a criação, mas vivemos novos tempos. Hoje em dia é difícil peneirar algo que preste entre tantas opções… e a ficção é muito mais interessante que a realidade, assim, somos estimulados a ter mais imaginação do que atitude. A História não se presta ao entretenimento quando não está enfeitada, produzida. Então biografias são deturpadas para servir de roteiro para um possível filme.

E tudo o que se compra, quebra rápido. Cada vez mais rápido, as coisas não duram quase nada. E custam cada vez menos, tudo é lixo e tudo bem. Para estar de acordo com o tempo que passa cada vez mais rápido, precisamos constantemente de mais, fazemos cada vez menos. E a verborragia constrange quando não sei falar de trivialidades sem ser sarcástica… Tem dias que fico com vergonha alheia por tantas trivialidades e tão pouca sabedoria numa época considerada tão inteligente exatamente por fazer cada vez menos… Ano de eleição, mas sempre é Copa e nada muda, não que a culpa seja do esporte – mas como é que todo o povo não se pergunta como fica o noticiário que tem de transmitir políticos prolixos e sebosos ou competições empolgantes? Claro que o esporte é mais interessante para a maioria, pelo menos é mais divertido que ver tanta sujeira… E a sujeira não é um privilégio ‘Dupiniquim’, um documentário que vale a pena, crianças sempre valem a pena: Promises (está em 11 partes no Youtube). Vale a pena assistir, é uma prova de que sempre há esperança e, hoje em dia, poderia haver mais, temos o mundo ao alcance do mouse…

Uma música pro amor que me salva de sentir que sou a única que se choca com a indiferença e que tem a maior paciência com minha chatice… Ímpar Perfeito – Wonkavision

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Quem deve, treme…

15, fevereiro, 2010

Linguagem corporal é muito bacana e aprendemos muito nesses seriados enlatados de suspense policial; se for pessoa mais curiosa a web fornece vasto repertório, principalmente em inglês. Entender o que as pessoas dizem antes de abrirem a boca, ou quando não podem ou querem fazê-lo  é o objetivo do estudo da linguagem corporal. A web impede essa leitura, claro, mas o mundo é pequeno que só…

Música que amo e, ultimamente, fico cantando o tempo todo (pena não ter achado o clipe original, tosco e gravado num parque aquático que me faz lembrar das manhãs assistindo MTV durante a vida boa aborrescente):  Tempestade – Maskavo (quando ainda eram Roots)

É com a Lia ,

O cão… Victor Lebow

11, fevereiro, 2010

Tradução:  “A nossa enorme economia produtiva exige que façamos do consumo nossa forma de vida, que tornemos a compra e uso de bens em rituais, que procuremos a nossa satisfação espiritual, a satisfação do nosso ego, no consumo. Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior”

O cara teve a idéia que originou nossa triste época…

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Menino ou menina?

14, janeiro, 2010

Eu queria uma filha menina quando nem queria filhos. Achava que criar uma mulher seria mais fácil, afinal somos mais inteligentes e maravilhosas… Quando meu filho nasceu, percebi que o amor é, na verdade, uma construção. Não foi o fato de gerá-lo em meu enorme barrigão que me fez amá-lo, nem o fato de ele ser o menino mais incrível do mundo; foi o tempo. Se fosse necessário gerar para amar, o pai nunca amaria seu filho ou então amaríamos tudo o que nosso corpo gera… Urghhh….

Cuidar, ver suas pequenas conquistas e superação de cada novo desafio, o cultivo da paciência e da humildade em reaprender a aprender… Ter filhos nos deixa mais maduros, mais conscientes de nosso papel no mundo e no futuro, mais corajosos na defensiva e covardes no ataque, temos muito à perder quando nos tornamos pais e ganhamos o maior presente do mundo. Ganhamos o maior medo e o maior orgulho de nossas vidas, não importa o sexo, não importa nada, na verdade. Não sei se outros pais pensam assim, mas apesar de todas as expectativas e sonhos que inventamos para nossos filhos cumprirem (e eu viajo nessas), só tenho realmente duas exigências em relação ao Américo e ao seu (sua) futuro (a) irmã(o): não morrerem antes de mim e serem felizes enquanto eu estiver olhando. Nada deve ser mais duro do que perder um filho ou sabê-lo infeliz.

Claro que o próximo eu queria uma menina, mas acho que o Américo ficaria melhor se tivesse um irmãozinho, pra ensinar as coisas de menino e ser um amigão… Só sei que ter filhos é bom para a personalidade de pessoas boas. Pessoas ruins deveriam ser castradas. Gente que não tem filhos (ou ficou tempo demais longe dos que teve para trabalhar e acabou se afastando gradualmente) vive arrumando o que fazer, sarna pra se coçar. Geralmente trata algum bicho como se fosse gente, negando sua natureza para torturá-lo com o afeto que não tiveram coragem de dar para outro ser humano. Seres humanos inevitavelmente nos decepcionam durante a convivência, animais não são capazes de nos ofender em nosso idioma, então acreditamos que eles não falam e, portanto, não nos agridem. Bom, isso não se aplica aos ailurófilos… E, também, animais geralmente morrem antes das pessoas e, assim, elas conseguem alguma atenção humana pelo sofrimento de perder seu bichinho tão importante e mais companheiro que os próprios filhos.

Eu era bem assim quando não pensava em filhos, criava gatos em casa, dormia com eles na minha cama, dividia o sofá, o sorvete, o bife, o ovo de Páscoa e passava perfume neles também…  Hoje em dia eu jamais arrumaria um desses por vontade própria, apesar de amar os bichanos do fundo meu coração motorizado. Acho que na velhice, se tiver sossego pra isso, quero criar uns no quintal do meu casarão assombrado e assustador no Hawaii.

Mas eu fugi da idéia inicial totalmente… Um dia quero conseguir concluir os pensamentos sem pular para outras idéias. Acho que isso deve ser bom para quem quer escrever um romance, afinal são muitas páginas de uma mesma história e as coisas têm que fazer sentido e não ser uma zona que nem esse post. A idéia era que não importa se é menino ou menina, o legal é se dedicar à outro ser humano e ensiná-lo a ser gente, o legal é ser a pessoa chata que vai ser referência para quando o filho for grande e tiver de ser chato com os próprios filhos. Menino e menina não são padrões de personalidade, apenas de gênero. Há meninas quietas e tímidas, há meninas que são da pá virada e até brigam bem. Há meninos terrivelmente espertos e traquinas e há meninos calados e introspectivos.

anime kids

Música? óraididen… Under my skin – Frank (my pal) Sinatra

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Minhas memórias?

26, novembro, 2009

Ah, muita gente já me falou que eu escrevo bem, mas que deveria escrever sobre coisas em vez do que penso sobre as coisas. Aí, esses dias eu assistia ao David Letterman quando apareceu um quadro mais ou menos assim: 12 coisas mais legais para se fazer do que ler “As memórias de Sarah Palin” e uma das coisas era ser acertado por um piano que caia de um prédio. Achei o máximo. A senhora em questão não tem nem 50 anos e, vamos combinar, lançar um livro de memórias estando vivo é muito suspeito. Aí falamos sobre isso…

Jamais quero estar viva se um dia publicarem minhas memórias. Se estiver, vou querer enfeitar tudo pra não chocar ninguém. Simples. Não, esse blog é autobiográfico, sim, minhas impressões sobre a vida. Quero rir de mim em alguns anos, como já faço com o que tenho desde 1999. Escrever suas opiniões te faz ver o quanto mudaram com o tempo. Suas memórias? Bem, são muito emocionais, pode apostar. São sempre  seus pontos de vista do que se passou, o que você sentiu sempre vai sobressair ao que realmente aconteceu em 36oº durante todo o tempo. A verdade é sempre relativa; a ética, não. Não acho ético estar vivo na publicação de suas memórias, perde a credibilidade. Morto não se importa com exposição de detalhes sórdidos, pelo menos nunca soube de algum que tenha reclamado pessoalmente.

Não sei se vou ter muitas memórias, afinal, aquele alemão que deixa os velhos esquecidos pode pegar qualquer um, além de algumas estripulias juvenis. Mas é o que mais me importa, registrar o que sou e o que penso para que eu mesma saiba quem fui e que serei. Egocentrismo? Talvez… Mas ascho que sou, assim como todos somos, reflexos do nosso tempo e temos a capacidade (oportunidade? obrigação?) de deixar para posteridade o que expressamos agora. Fico bem frustrada quando leio minhas reclamações sobre a indiferença da sociedade em relação as injustiças, pois vejo que em 10 anos o povo não evouiu nada e ainda acha que esmola basta. Talvez essa seja a constatação que me faz falar mais de mim do que do resto.  Ok, fiz um livro reportagem que foi até elogiado, mas gosto mesmo de escrever contos, meu maior objetivo é conseguir me dedicar a um romance, comecei vários que estão parados. Minhas memórias? Bom, escrevo algumas, outras prefiro que só eu mesma lembre.  Nem sei por que escrevi tudo isso… Bom, o aniversário passou, inferno astral acabou, novo ciclo e, quem sabe, mais inspiração.

Música: All the kids are right – Local H

É com a Lia

28 vezes

25, novembro, 2009

Hoje eu completei 28, cassssete, é quase trinta… Incrível como o tempo voa e isso é tão clichê quando ouvimos na adolescência. Ser jovem não significa ser jovial, já escrevi isso em algum post aí. O problema de ser sempre rabugenta é que me deixou velha desde os 8, a questão de ser sempre infantil sobre o que me diz respeito me faz retardada até quando conseguir ser gente grande de verdade. Bom, o dia do meu aniversário sempre é uma grande segunda-feira pra mim. Talvez uma dupla segundona daquelas horrorosas… Depois de amanhã faz 19 anos que meu pai morreu. Acho que ainda não superei o fato de ser muito perto do meu aniversário e, por isso, quero me isolar, esconder, ficar sozinha. Não posso…

Aí comprei um caderno de pintura vagabundo e uma aquarela barata e fiquei um tempo pintando com meu filhote. Mas ele parece que percebeu que eu estou meio down, já perguntou duas vezes se estou com dor de barriga e disse que passaria pomada pra mim… Tanta doçura, ele é mesmo um sedutor! Se não fosse ele, seria uma segunda tripla. Se não fosse meu amor guiliado, seria uma segundona quintúpla. Poxa, 28 e tenho tudo o que sempre quis. Não deveria ficar triste, eu sei. Mas pra mim, é inevitável, não sei se é por causa do meu pai, se é por sempre ter odiado festas de aniversário por não saber se devo cantar parabéns pra mim e bater palma junto, sem contar que o aniversariante nunca pode ficar desanimado, as pessoas te desejam coisas e dão presentes que não sei agradecer, fico sem graça demais… Ah, um saco! Se eu pudesse, hibernaria no dia 24 e só acordava dis 26…

Música,  a primeira que saiu na minha radio do Last Fm quando abri - Time Awaits – The Kooks (bem apropriada)

É com a Lia ,

O bom é que é…

6, novembro, 2009

Sexta! Yex! Mesmo não estando mais presa ao estilo burrocrático de 40 horas semanais no trabalho de segunda à sexta, horário comercial, ainda fico idiota quando chega a sexta-feira. Não sei, como se o ‘findi’ prometesse mais, como se a atmosfera mudasse, acho que muda mesmo. Talvez não seja só eu quem sinta, muitos poemas e músicas sobre a sexta o sábado e o domingo foram criados. Coincidência? Bom, existem as músicas alternativas sobre a terça-feira, mas não são alternativas por acaso. A terça-feira bacana é uma alternativa, não uma probabilidade… Né?

Um dia, um cara velho me disse isso: “Você fala tudo com muita certeza, sabia? Já parou pra pensar que isso faz com que os outros sintam-se pouco confortáveis de discordar?” Ele não falou outras coisas legais ou relevantes que eu lembre ainda, na verdade estava tentando me intimidar, mas senti verdade nessa frase que falou, talvez por estar sentindo-se intimidado com minha argumentação nessa discussão específica. Mas desde então passei a observar… E não é que, talvez?

Eu sou a rainha de inventar grandes teorias do nada. Tipo: não sei nada sobre tal coisa, mas sou daquelas que têm uma opinião sobre qualquer coisa. A opinião muda… O conceito muda… Se me perguntar a mesma coisa dois dias depois, a resposta provavelmente será outra. E não vou saber explicar o porquê, mas posso te convencer que a mudança na verdade foi uma evolução e faz todo o sentido do mundo. Você tem que ser muito bom pra contra-argumentar sem perder a calma ou a classe, afinal, que pessoa mais inconstante e insuportável é essa?

love-friday

Música pra sexta, que eu amo (os 2 S2): Vision of division – The Strokes

P.S: Já reparei que tem tanto post sobre segunda e sexta nesse blog que deveria fazer tags só disso…  Né? (tentando não parecer tão super afirmativa ou imperativa… naaaah!)

Brisas , ,