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Textos com Etiquetas ‘megalomania’

Evolução e desafio

20, janeiro, 2010

Entropia é viciante, acho que já escrevi isso em algum lugar aí. Quanto mais sabemos, mais queremos saber e podemos acabar não sabendo muito sobre nada. E há quem seja especialista… Prefiro ser generalista, contemplar opções e ser, de fato e vida, metamorfose ambulante e não ter a mesma velha opinião formada sobre tudo. Não me limitar ao que sei que posso fazer bem, procurar o que não sei, sou movida por desafios e funciono melhor sob pressão. Flexibilidade é mais importante que força, costumo sempre tentar ser empática até com os tipos mais desprezíveis, mas nem sempre consigo vislumbrar o motivo, causa ou circunstância que leva alguém ao fundo do poço do caráter.

Que nem o bandido que, ao cometer uma violência, chama a vítima de ‘vagabundo’, a força da arma mais a certeza da impunidade são suficientes para fazer gente pequena sentar em cima de uma lâmina e ainda balançar as perninhas.  Mas nem sempre tudo acaba bem pro mal. O clichê de que o Bem sempre vence no fim emociona e inspira muito mais, e não é por acaso.  Todos querem os heróis, todos admiram os corajosos, mesmo quem não se identifica com o altruísmo sente-se atraído pelos benevolentes e suas histórias, os bons são mais líderes, pois seus motivos são mais nobres. Os bons são mais alfa…

Oh… a fingida decepção dos que falsamente estimam, a hipocrisia dos que pedem ética sem aplicá-la em suas próprias ações, o desafio da evolução… Estamos no Brasil de quase três décadas pós-ditadura e tem gente que não se sente livre para evoluir, participar, dar opinião, fazer parte e ser ético. Não precisamos mais nos esconder, esconder o que pensamos ou publicamos, podemos e temos o direito de nos expressar livremente. Mas nem todos têm essa coragem… Como se durante muito tempo tocar campainhas fosse proibido e, por isso, aprendessem a tocá-las e sairem correndo. E isso se tornou tão divertido (automático? aceitável? fácil?) que, mesmo depois de extinta a proibição, Pavlov rulez… Coragem, baby! Eu sei que você pode mais!

inteligencia

Música pra dia de feijuca  (bem que poderiam substituir a couve por espinafre hoje, adorooo): Speed Porco – Ecos Falsos

P.S. Juro que estou atualizando a lista de músicas do blog e, uma promessa de começo de ano, é baixar cada uma dessas músicas para fazer o GRANDE DVD DE MP3 DA LIA LINDA e enviar para os poucos felizardos que não considero déspotas (talvez ainda não, mas belezma – otimismo ou ingenuidade, nevermind…)

Conselhos Inúteis ,

Prece pela minha paixão

22, julho, 2009
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Que eu nunca me esqueça do que sinto quando vejo alguém ser humilhado na minha frente, que nunca me falte coragem para lutar pelo respeito mútuo.

Que as pedras no caminho sejam duras o suficiente para que possa subir em cima delas, e que as quedas nunca sejam tão duras ao ponto de não permitirem  levantar-me novamente.

Que eu seja sempre minha referência e juíz, que a estrada que me leva seja ladeada pela boa-vontade e que a motivação seja sempre evoluir o todo.

Que a tristeza pela burrice e alienação alheias não me impeça de combater a indiferença para com o sofrimento dos homens, que eu nunca me conforme com injustiça e que sempre tenha voz para manifestar meu desejo de paz.

Que eu nunca veja com meus próprios olhos a maldade de que só o ser humano é capaz de cometer, que eu nunca tenha oportunidade

Brisas , ,

Prece pela minha paixão

22, julho, 2009

Que eu nunca me esqueça do que sinto quando vejo alguém ser humilhado na minha frente, que nunca me falte coragem para lutar pelo respeito mútuo.

Que as pedras no caminho sejam duras o suficiente para que possa subir em cima delas, e que as quedas nunca sejam tão duras ao ponto de não permitirem  levantar-me novamente.

Que eu seja sempre minha referência e juíz, que a estrada que me leva seja ladeada pela boa-vontade e que a motivação seja sempre evoluir o todo.

Que a tristeza pela burrice e alienação alheias não me impeça de combater a indiferença para com o sofrimento dos homens, que eu nunca me conforme com injustiça e que sempre tenha voz para manifestar meu desejo de paz.

Que eu nunca veja com meus próprios olhos a maldade de que só o ser humano é capaz de cometer, que eu nunca tenha oportunidade de fazer justiça com minhas próprias mãos e que o tempo apazigüe meu instinto de Erínia.

Que nunca o tempo me faça séria e sisuda, que a graça da alegria que carrego seja sempre um refúgio para quem se deixou tomar pelo desânimo. Que eu nunca deixe de fazer essa prece pelas minhas paixões e que o amor cresça cada dia mais.

Música hoje? Vamos de Devil’s Dance – Metallica (sim, eu não vou crescer nunca)

Brisas , ,

Pintada para guerra

18, maio, 2009

Sempre ouvi que mulheres e índios se pintam quando vão pra guerra… E nunca saio de casa sem rímel, ou me sinto nua. As coisas mudam muito, tudo muda na vida. E eu mudo junto, crio novas armaduras, possibilidades. Adorar desafios é viver juntando sarna pra se coçar. Eu adoro essa coceira… Sinto cada vez mais que posso cada vez mais, que quero cada vez mais, atingir cada vez mais longe, dominar esse mundo medíocre e chato de meos Deuses… Se pelo menos a hipocrisia diminuísse, se pelo menos o mau gosto ficasse mais longe, se pelo menos a falsidade pegasse mais leve… Se pelo menos o mundo fosse menos irracional, eu seria menos crítica, mais doce, menos ácida, mais tragável…

Mas isso não acontece e a cada dia a batalha recomeça. Saio de casa pintada pra guerra, pra combater a estupidez, pra tirar os ignorantes de perto, pra ser heroína…  Salvar meus mocinhos, lutar por eles, pelo mundo que construímos juntos a cada dia, eles são meu espinafre e kriptonita, são minha força e fraqueza, são a inspiração… Não, esse altruísmo todo não é típico de uma moça tão malvada quanto eu. É que se tudo estiver em paz, se eles estiverem seguros, se a vida for mais fácil pra nós e pra todo mundo sem que eu me sinta culpada por ter sorte na vida, poderei relaxar e descansar, um dia…

Música pra googlar nessa segunda de quinta categoria: Yesterday News – The Gossip (Essa vocal é uma diva… ao contrário das lady gaga da vida, que se preocupam em afinar a máquina de acasalamento, a fofa dessa banda tem voz, muita, dá gosto de ouvir bem alto… Ouve aí! )

Brisas , , ,

POP – Partido do Ódio aos Políticos

20, abril, 2009

Se você odeia, odeiaaa, ODEIA, ODei@,  OdEiAAAAA, ODeiA, odeia os políticos que estão no poder, pode se filiar ao meu futuro partido, o POPPartido do Ódio aos Políticos.

Se assim como eu você tem vontade de ver a cabeça dos Mulas, Serras, Renans, Collores, Sarneyntos, etc, etc e etc explodir toda vez que a cara deles aparece na TV, este é seu partido.

Se você tem inteligência para saber que um servidor público deve servir ao público e não aos interesses de uma minoria que abastece a corrupção com o tráfico de influências, POP pode ser sua sigla.

Se você não tolera mais a indiferença da mídia, que trata escândalos como se fossem gafes e contribui para a imbecilização da sociedade com uma programação cada vez mais idiota, join us!

Se você não acredita que política pode ser feita apenas por alguns, se acha que a sociedade deve ser sempre consultada e esclarecida sobre prós e contras de todas as decisões, se acha que a tecnologia atual pode ser usada pelo bem de todos e felicidade geral do mundo todo também, seja POP!

Se você acredita que é possível tornar o mundo todo um lugar melhor para as pessoas de bem acabando com a demagogia e a hipocrisia através da igualdade de oportunidades e o fim da ignorância que escraviza e faz seguidores no lugar de colaboradores, comente!!!

Música POP? Be yourself – Audioslave

Brisas , , ,

Megalomanias

19, março, 2009

Sim, eu sou exagerada. Dizem que é influência astrológica, eu acho que é criação. Se rebeldia é genética, talvez isso explique a razão da minha megalomania. Cresci ouvindo que tinha de ser mais humilde. Claro que nunca concordei e por isso me tornei o oposto do realista, do humilde. Fiquei utópica e megalomaníaca. Propensa a acreditar em teorias de conspiração, com imaginação torturante e hiperativa, verborrágica quando confortável, insuportável. Se eu amo, sou apaixonada demais. Se odeio, mentalmente empurro precipício abaixo e mato o objeto do meu ódio. Não sei (ainda?) ser indiferente.

Megalomanias são coisas ridículas, sabe? Quando eu falo que vou dominar o mundo, me dizem que falta um Cérebro pra minha Pinkadisse. Quando digo que o mundo deveria ter um governo mundial pra quando os alienígenas pedirem para levá-los ao nosso líder sabermos quem procurar, pensam que é piada. Quando digo que EU serei esse líder, causo gargalhadas. Até eu dou risada. Apesar de achar que tudo é possível, mesmo o improvável, acho que ouvir isso deve ser realmente uma graça. Mas do jeito que o mundo é uma bosta, eu acho que faria muito melhor. Pelo menos a intenção é boa e hedonista, o que vai ser gostoso pra todo mundo.

Quando estou com sono, como hoje, o exagero me faz afirmar que estou morrendo, que minha pele está desmanchando, que meus olhos estão inchados e saltando pra fora, que minha coluna está quebrada em alguma parte, que meu cabelo dói. E em geral, fico mais engraçada para os outros, provavelmente por ficar mais ridícula. O exagero é burlesco, é o limite que as pessoas não se permitem em público, só escondidinho. O exagero é uma das minhas válvulas de escape do tédio. É chato demais estar sempre perto de gente previsível, comedida, controlada e humilde. Gente que se acha menos, que se acha feia, que se acha incapaz… Putz, dá dó e raiva. Vontade de agredir só pra ver reagir e provar, mesmo que de maneira torta, que a pessoa também pode, consegue, é capaz.

Talvez só eu seja tão ridícula… Talvez toda essa baboseira seja só muito sono…

Música pra acordar: Them Bones – Alice in Chains

Brisas

É quase Carnaval, droga…

10, fevereiro, 2009

Ah, eu detesto o Carnaval… É uma coisa cultural, mesmo. Nunca vi mi madre sambando por aí, ela prefere quando tocam Raul, minha família até tem uns foliões, mas não me pegou essa doença. Pelo menos essa, não.  Por mais que eu alugue filmes e tente me isolar do mundo nos quatro dias mais chatos pra se viajar, sempre acabo ficando com mais raiva ainda do Carnaval. E sempre é por conta da política, ou melhor, da falta de consciência política do cidadão Dupiniquim. Eu fico fula quando ouço a brilhante afirmação: “Ah, eu odeio política!” – Como se fosse um prato, uma marca, uma pessoa. Como alguém pode odiar um conceito? E, pior, não me conformo como podem ignorar o que decide o rumo e a qualidade de suas vidas, pois somos uma sociedade, infelizmente. Sim, eu viveria isolada da maioria dos idiotas e seria mais feliz com isso, talvez seja um karma ser chocada com a alienação diariamente, talvez uma redenção por toda presunção, ou não. Só sei que detesto… É que a aproximação da folia do Carnaval é aproveitado pelos políticos pra roubar, votar às escondidas medidas que só beneficiam quem não precisa, negociar almas e tudo com a conivência do telejornalismo, que está com audiência demais mostrando barracões cheios de raimundas peladas e gringos. A Época dessa semana daria um excelente Globo Repórter, daqueles das antigas, que davam até medo quando a música de abertura tocava. Mas é muito, muito improvável que a platinada tivesse culhões pra fazer uma matéria pra TV com um conteúdo e expressão agressivos. Ah, o Carnaval me irrita… E nem adianta tentar fugir, em qualquer lugar corre-se o risco de algum pitboy colocar um som de quinta categoria no último volume do carro e ser feliz com a merda que é perto de você.

Música pro Carnaval: Loser – Beck

Brisas ,

Jabá da Lia

15, janeiro, 2009

Ah, eu sou tão kul… É sim, muita gente quer ser meu amigo. Alguns (meia dúzia de chegados) gostam de perguntar o que estou ouvindo, ou lendo, ou acompanhando com a intenção de me copiarem e parecerem mais interessantes para as futuras vítimas. Algumas vezes o tiro sai pela culatra, afinal o mau gosto impera, né? Mas, pra quem se interessa, esta aqui é a minha estação de rádio na Last FM. Claro que você terá de criar um usuário ali, mas é um lugar muito decente pra se conhecer música diferente.

Eu escrevi um post irado esses dias, com raiva das escolhas que a vida fez por mim, com raiva da limitação alheia em perdoar e superar mágoas, triste por expôr a falta de amor de quem diz que ama meu filho. Resolvi não publicar, por piedade ou pra evitar a fadiga, ou ainda por saber que esse caminho não é o melhor. Mês que vem é aniversário do meu filho, dois anos de coisa linda da minha vida. É muito legal saber que nas fotos da festa, que um dia ele verá e compreenderá melhor, estarão as provas de que meu amor por ele é capaz de superar até a  presença de indesejáveis.

E hoje vou recomendar uma banda muito foda, que estou namorando todo dia, e essa música em especial eu ofereço à todos os bundões que não sabem conquistar o respeito alheio e vivem sob o jugo da aceitação dos que deveriam incentivar em vez de reprimir (ainda bem que a mãe do meu filho não é um monstro desses). Aliás, ouçam outras músicas dessa banda… Adorei quase todas. Mas essa é especial – Sobre ser sentimental – Ecos Falsos

P.S. Antes que algum purista xiita venha chacoalhar as pulgas em mim, não ganhei nada pra fazer propaganda… só fiz por que sou idiota mesmo.

Contos

Criando minhocas na cabeça

30, dezembro, 2008

Minhocas são inofensivas e não sou Medusa, apesar de gostar de fazer de conta que sim. Não mesmo… Minha imaginação sim, essa é da pá virada… Eu imagino coisas o tempo todo. Tenho noção de que faço as pessoas darem risada, é um comportamento espontâneo e, mesmo assim, repetitivo. Como a vez em que reclamei de ter de subir uma escada orgânica no metrô e, de castigo por ser preguiçosa,  na sequência tropecei e quase caí. Foi uma cena ridícula, mas ‘ele’ riu. Imagino situações eróticas, violentas, cômicas, dramáticas dependendo do estímulo… E um estímulo erótico não garante que eu não vou ter uma crise de riso por imaginar algo cômico. Hoje em dia controlo melhor a reação do meu organismo quando o pensamento o surpreende. Já quase consigo segurar a risada e me tornei uma, praticamente, monja zen ao lidar com minha própria raiva. Ok, ainda não sei como lidar com o exagero e já tentei um trilhão de vezes. Acho que isso não vai mudar nunca… Seria repugnante se não fosse tão inconstante…

E assim vou seguindo meu próprio rastro, por que quero muito me encontrar e saber tudo sobre o que (quem?) sou. Queria não me surpreender comigo, ter segurança de verdade e não só a soberba. Conhece-te a ti mesmo, já escrevi sobre isso antes… É o que tento egoística e incessantemente fazer. Sempre falo que sei que sou assim ou assado, mas acabo me contradizendo sempre. Também adoro dizer que estou evoluindo, aprendendo – mas posso evoluir pra algum tipo de monstro e aprender só o que não presta. E minhas minhocas estão gordinhas, fofas e sapecas. As coisas que criei só na minha cabeça, como o fato de eu acreditar ser antisocial quando, na verdade, costumo ser a alma da festa – quando apareço nelas, claro. Outra grande minhoca é sobre a maturidade que penso ter conquistado como se fosse um brinde que veio com meu filhote. Parece cômico, mas é só ridículo. E o pior é saber que não é verdade.

As minhas minhocas são quase imortais. Apesar de repetir como uma matraca que a evolução é blablablá e aprender é quiquiqui sou apegada aos conceitos que penso ter aprendido na prática. Como a falta de admiração pelos homens, a fofoca que fazem com você e depois de você, a experiência empírica como base do aprendizado e a falta de capacidade que tenho pra aprender com erros, a eloqüencia de toda contradição. E tem gente que lê minha brisa e, pior, me entende. Acho que pro ano que vem vou pedir ajuda aos universiotários e descobrir que imagem é essa que usurpa minha vida fingindo ser minha personalidade (ou a falta dela). Não tenho intenção de ver meu blog se tornando um espaço cheio de comentários de analfabetos funcionais ou de carentes que precisam da minha aprovação por terem mau gosto pra blogs… Se fizer um perfil com a opinião alheia sobre mim a única unanimidade será: convencida – o resto costuma variar horrores. Mas opinião é que nem bunda…

Música pro último do ano dessa paulistana que tem vergonha do Reveillon da Paulista ter tanta merda classificada como MPB (última reclamação do ano, juro!) – Tocando em frente – Almir Sater

flying_champagne_bottle

Brisas ,

Enrustida

16, dezembro, 2008

É isso, sou uma pessimista enrustida. Morro de vergonha dessa condição, eu que sou a piada, a otimista, a palhaçona. Não fui sempre assim, tive uma adolescência inconseqüente de tanta fé que sentia na vida. Hoje não sei ser tão louca, só fingir ser por diversão. A realidade vai comendo pelas beiradas a esperança, e ela é tudo que me resta hoje. Esperança de estar enganada em relação ao homem e seu papel na vida. Por que eu adoro escrever que a missão de cada um é ser feliz, mas não acredito como antes na verdade disso. Antes eu não me faria a pergunta: “e se a felicidade de um fizer a tristeza do outro?” Antes eu não pensaria que felicidade é particular, pois a minha era a maior do mundo então tudo era possível, apesar de improvável.

Hoje sou pessimista por conhecer mais as pessoas e por não gostar muito de ser uma. Não gosto da pessoa desconfiada que me tornei, não gosto de ter esperança no lugar da certeza, mas parece que é o preço de amadurecer. Sinto falta da autêntica eu, a original, a intocada. Se eu pudesse voar, talvez nunca pousaria… Nunca esquecemos quando apanhamos, o tempo parece passar mais rápido conforme envelhecemos porque nosso cérebro automatiza nossas ações, a rotina é destino pra quem pensa na própria saúde, as pessoas morrem e outras constatações óbvias não existiam quando o idealismo imperava sobre a realidade. Hoje eu sou realidade, vivo com a realidade e trabalho com a realidade. Talvez por isso que meus livros favoritos ainda são os do gênero da Fantasia. História Sem Fim foi o filme mais importante da minha infância. Eu era Bastian e procurei meu Falkor por toda a vida, acho que ainda o espero pra fugir dessa realidade cada vez mais medíocre, onde qualquer contribuição parece nunca fazer efeito.

Não parece fazer efeito, mas faz. E eu trabalho e quero sempre trabalhar por isso: IGUALDADE DE OPORTUNIDADES.

Música pra sair do armário:  She – Green Day

Brisas ,