Não é questão de saber mais coisas, mas de saber lidar com mais coisas. O mundo evolui a cada dia, alguns gostam disso e outros acham que o mundo vai acabar por isso. A crescente intolerância é o que mais alimenta a violência, muito mais do que qualquer diferença social, muito mais do que a cultura do medo. As pessoas se agridem por que não se suportam, são narcisistas sádicos que só fazem meter o pau em tudo que não gostam. Desde que esse meter o pau seja apenas uma figura de linguagem, tudo bem. O fato é que há hipocrisia demais nesse mundo, minha gente. Muita mesmo. Você está proibido de admitir seus preconceitos. Você é obrigado a engolir sua opinião caso ela não seja imparcial e justa. Isso é uma merda, isso faz crescer teorias de conspiração e a mania de perseguição.
Seria muito mais simples ter a liberdade de expressar sua opinião, seja ela qual for, e cada um que aprenda a lidar com o que discorda, com o que não é espelho. Se eu escrever o que realmente acho, posso ser bem processada e perder. Vão me acusar de racista, de imoral, de tudo o que eu realmente sou e isso vai me custar mais do que apenas um xingamento de quem não tem argumentos pra me contestar. Mas o fato de eu achar, por exemplo, que todo o homem que não se enquadra no perfil latin lover é feio já é um racismo. Mas eu adminto! Pode ser racismo, pode ser preconceito, mas é o que eu acho. E o fato de eu achar o tipo latin lover bonito e TODOS os demais FEIOS, escrito assim, é até engraçadinho.
Se eu escrever de outra forma, incluindo uma cor de pele, por exemplo, caracteriza o preconceito. Se eu disser que acho o oriental, por exemplo, feio, estou sendo racista. Se eu disser que acho o negro feio, no Brasil, estou cometendo uma sandice criminosa. Mesmo que essa seja minha opinião, não tenho o direito de pensar assim. Querem enfiar na minha cabeça que somos todos iguais, enquanto as propagandas querem me vender individualidade. É burrice demais. Não é por acaso que crescem os grupos de neonazistas. Tenho medo desses caras e jamais teria qualquer relação de cordialidade com alguém que eu soubesse que admira um genocida como Hitler (Fidel, Stalin e etc também… bando de malucos sádicos). Eu sou intolerante com os intolerantes. Eu não suporto quem não admira a pluralidade, não suporto a idéia de uniformidade, de igualdade. Isso não existe, porra! Não existem raças se somos todos humanos, a cor da pele não é um fator determinante na personalidade, e sim na sociedade – devido a burrice humana não ter limites. E temos o direito de escolher a cor de nossa roupa, não de nossa pele. Nem o direito e nem a oportunidade. Você não pediu e nem fez nada para “conseguir” ter a aparência que tem, aconteceu por acaso, assim como foi por acaso que você nasceu mulher e foi por acaso que sua genética te abençoou com a tendência pra desenvolver a calvície.
Então, é muito óbvio que o preconceito existe por que a sociedade brinca com a cabeça dos burraldos Dupiniquins. Te diz o que fazer mas faz o que te diz pra não fazer. A diferença existe, somos diferentes, únicos, singulares, ímpares. Mas, no fundo, somos todos caveiras. Tanta coisa, tanto roubo, tanta maracutaia lesando a sociedade como um todo, sem distinção de cor, apenas distinção de classe social (leia-se da classe média pra baixo) e esses idiotas burraldos pensam que separar a sociedade pela porcentagem de ascendência branca que o caboclo tem vai fazer diferença. Alma não tem cor. Burrice não tem cor e nem limites…
Segunda é foda, né? Música pra alegrar a semana, que está precisando… Uhnn, googla: É assim que me querem – Ira!
Brisas
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