Arquivo

Textos com Etiquetas ‘empatia’

Isolamento

14, junho, 2010

Pega nada, não. E entendo a identificação com eles que de tanto olhar, cansaram do que viam. Por que a redundância só não cansa quem está aprendendo. O professor, depois de suficiente tempo de prática, sabe nas primeiras conversas quem é capaz de aprender e quem sempre vai ignorar, e cansa saber que não é possivel livrar-se dos imbecis, que para eles é preciso gastar mais do que saliva e boa vontade. E ainda sempre tem um idiota pra esfregar na cara a demagogia de quem um bom mestre é capaz de despertar o interesse. Assim como sempre tem um espírito de porco para lembrar ao discípulo que seu progresso é somente resultado de seu esforço.

Então o jovem e inspirado idealista se transforma no velho ranzinza insuportável, talvez até precocemente. Nâo demora para cansar a vida e o mundo mudar o sujeito que queria mudar o mundo. Será que existe perceber que só muda quem quer mudar? Se existe, o depois pode ser mais isolado ainda. Quem não consegue mudar o mundo nem ser mudado por ele pode criar um mundo paralelo e é considerado louco. Não é por nada, não. Não é por ser melhor, mais qualquer coisa, (in)diferente. Algumas vezes a similaridade até dói, mas uns conseguem ser mais distantes que outros e esses são menos aflitos. Enquanto outros precisam fugir para não sentirem-se sufocados pela empatia…

Música, então… Livin’ on the edge – Aerosmith

É com a Lia ,

Manhã domingueira

21, fevereiro, 2010

E pensamentos de consideração, sobre empatia e honestidade, me fazem questionar importâncias. Sagrado de um é o banal de outro, somos singulares e, ainda assim ou talvez exatamente por isso, intolerantes. Discursar ao léu e proselitizar admiradores, sem público não há espetáculo. Tempos onde arte está mais no espetáculo do que na criação, hoje em dia aparecer é ser e ter, então todo mundo quer mais é ser visto, comentado, admirado. Ainda que seja para falar mal, ainda que seja para fazer papel ridículo, ainda que o dinheiro não seja suficiente para bancar o que aparece. Manter aparências, trabalhar a imagem, o público só vê o que aparece, o público só quer ver… Saber? Entender? Distrair, entreter… Arte não é mais a beleza e, sim, a ‘glamourosa’ aparência.

Saudades dos Raimundos: Puteiro em João Pessoa (ah, meus tempos de sk8…)

Brisas

Leviandade

23, janeiro, 2010

Não sou tão maravilhosa que possa ser dona de qualquer verdade além da que experimento, sabe? Acho que sendo assim não sou leviana com o mundo, não julgo superficialmente o comportamento alheio sem tentar me colocar em seu lugar, sou mais indulgente do que gostaria de ser com a maioria das pessoas que cruzam meu suave caminho. Não sou tão pequena que não consiga, pelo menos de surpresa, dar um soco na cara de alguém e, por evitar a fadiga, concentro muita energia para um momento de estresse – que tento evitar mais ainda. Também corro bem rápido por isso.  Quem sou eu para me preocupar com a vida de alguém que não me diz respeito, que é uma pessoa estranha, que vi na feira de terça uma vez? A menos que a pesssoa não seja só isso, né? O que faz uma pessoa querer cuidar da vida alheia, orientar suas ações e esperar obediência, subserviência? Necessidade de autoafirmação, só pode. Uma coisa é pedir opinião sobre azul ou vermelho, outra coisa é permitir que a sabedoria de outrém (que não é feliz consigo mesmo nem benevolente com os menos hábeis) instrua outro comportamento – principalmente quando este não lhe diz respeito algum.

Leviandade  faz algumas pessoas analisarem superficialmente alguma coisa, preguiça também, mas geralmente é burrice mesmo. Para ser leviano é preciso ser espontâneo de verdade e a maioria das pessoas é covarde demais para tanta autenticidade. Hoje em dia a maioria é autenticamente virtual. Nem quando se aproximam de alguém, de fato, permitem-se mostrar o que realmente são, como realmente pensam. Deixam para extravasar sua personalidade onde não podem, de imediato, levar um soco na cara. Mas o mundo é pequeno, sabe? Menor do que eu… Analisar superficialmente é fácil, eu faço isso o tempo todo, todo mundo faz e não é um problema – desde que você não saia por aí latindo que seu ponto de vista superficial deve ser tomado por verdade absoluta, pois sua verdade é só sua, baby, limitada ao que você experimentou. Gosto muito de lembrar os leitores deste famigerado blog e desta irresistível blogueira que tudo o que falo é baseado em minha vasta experiência sobre minha própria vida. Ou vidas, gatas têm várias… E minha vasta experiência de vida não serve nem pra me livrar de gente pilantra.

Leviandade é o que faz, também, pessoas usarem ofensas no lugar de argumentos e atacarem quando são rejeitadas, quando não são idolatradas. Que a grandiosa energia da vida e a benevolente luz da piedade que sentimos para com os miseráveis me mantenha protegida de gente tão baixa…

Música pra celebrar o sábado, que foi muito bom até eu descobrir coisas que me deram idéias muito más… No excuses – Alice in Chains

É com a Lia ,

Hoje a Lua Nova me moveu

15, janeiro, 2010

Sabe, tem coisas na vida que só a gente mesmo pode saber se devemos ou não fazer, como quebrar a cara de uma pessoa até não sobrar nenhum dente inteiro, ter filhos, perdoar um inimigo, fazer mudanças e etc… Muitas coisas são só nossas e, muitas vezes, só perguntamos a opinião alheia para ver se coincide com o que já escolhemos. Tem gente que nunca escolhe nada, só aceita, vive por osmose, não sabe ver o que ganhou quando perdeu. E existem pessoas como eu, que são imbatíveis ou otimistas demais para reconhecer ou temer derrota. Nossa, essa última foi foda, né? hahahaha! Na verdade, hoje estou muuuuuito feliz pois é sexta, dia de Sheeva. E Sheeva é uma Deusa linda…

Não sou neo-pagã ou de qualquer outra gangue religiosa, mas adoro as Deusas pois sei que sou uma, sei que toda mulher também é e sei que, da mesma forma, toda menina é uma princesa. Mas nem todo mundo é feliz como eu… Hoje a Lua Nova me moveu e nasceu o meu natural, a minha permissão de me permitir totalmente. E para encerrar o que passou e celebrar o que nasceu, quero dividir que aprendi a coreografia tradicional de He Mele No Lilo, por que Hula é minha nova paixão pelo Hawaii (poutz, só fico arrumando mais motivos ainda pra morar lá…) e fico dançando o tempo todo.  Aprendi legal mesmo vendo esse vídeo, olha como essa tia fofa dança gostoso… E também esse vídeo, onde o cara faz muito mais bonito e tem mais intimidade com a melodia do que a bailarina clássica minhoquenta. Bom, quem quer saber aprende até sozinho…

Aprendi muita coisa sozinha, um pouco de coisas sobre muita coisa, afinal vivemos na era do excesso de informação. Não consigo (ou não quero involuntariamente) escolher a arte que mais gosto para expressar, não sei o que mais querer, só sei que nada sei e que a Lua, a sexta e a vida me deixam cada vez mais fascinada e confiante de que sou uma escolhida para iluminar as trevas. Sinto muito por quem só vive sem motivos para ser feliz e não querer mais nada da vida. Tanta coisa pra saber nesse mundo e tem gente que se ocupa com idiotices. Pobres diabos… Ah, e estou lendo o famoso ‘Os homens que não amavam as mulheres’, parece bem legal, por enquanto.  Juro que não esqueço de escrever sobre ele. (em duas semanas eu esqueci isso)

Música pra sexxxta:  Ain´t no sunshine  – Bill Withers por Lighthouse Family (ofereço ao povo triste, coitado)

É com a Lia ,

Rock and Roll do crioulo doido

6, janeiro, 2010

Vivemos numa época doidona, onde as referências se misturam e as pessoas não se suportam. Bom, talvez seja só eu que não suporto muitas pessoas, mas não é algo pessoal… Muita informação, mas o condicionamento do capitalismo brutal do último século faz a maioria procurar pelas mesmas coisas e sei que não sou a única a sentir-se só e singular e deslocada nesse mundo de meus Deuses, quase a maioria das pessoas que têm alguma cultura sentem-se solitárias, isoladas de seus iguais que devem viver num futuro distante. Então aprendemos a nos colocar ao alcance…

Falava sobre isso ontem. Sei colocar-me ao alcance e ser trivial, agradável e comum por algum tempo. Não muito tempo, pois a verborragia me entrega e logo a maioria percebe que não sou muito comum, alguns amam minha autenticidade idêntica a dos excluídos da mediocridade, a maioria odeia e me considera parte desse povinho antisocial, anticamarada, antipático e mau humorado… Mas quem não é verborrágico pode passar por esquisitão, sinistro. O Gui, por exemplo… Ele é tímido (um charme), caladão, em geral só abre a boca pra fazer o comentário exato, preciso e mortal. Se ele falasse muito poderia já ter sido preso por ser tão venenoso… Mentira, ele é um poço de inocência e ingenuidade… Mentira também. Conviver comigo pode ser contagioso e ele já até expressou em palavras para algumas pessoas que preferia ter uma crise renal do que ver o show da Beyoncé. Mas ele sabe que quase ninguém entendeu a piada, então evita fazer esse tipo de coisa por saber que, quando alguém entende, pode sentir-se ofendido e levar por trás o comentário sincero e autêntico.

Por outro lado, quando você coloca uma máscara de estupidez para colocar-se ao alcance de quem quer que seja, obriga o outro (se for uma pessoa singular, autêntica e especial) a colocar uma máscara de estupidez também para lidar com você. Ambos se subestimam simultâneamente e aí está a origem da tal solidão que dizem ser o mal do século (passado?).  Ser ’na sua’  intimida, dá medo e as pessoas não sabem do que você é capaz, em geral pensam que você é um psico-qualquer coisa. Ser verborrágico te expõe ao ridículo quando você é assim ou apenas te expõe em geral e as pessoas ficam sabendo logo que você não é aquela máscara agradável que vestiu para colocar-se ao alcance. Nessas ocasiões você tem a raríssima chance de descobrir outra pessoa de máscara, que pode sentir-se confortável para mostrar-lhe que é mais do que demonstra. Isso pode ou não ser legal, mas é uma experiência interessante. Sou o tipo valente e estúpida que sempre paga pra ver, mesmo sem querer…

Música fodástica pra ouvir no talo, hein: All my life – Foo (pra variar) Fighters

Brisas

As pessoas inteligentes

9, outubro, 2009

Eu tenho uma teoria cruel, mas talvez vc entenda o pensamento. De cada 20 pessoas só 2 são realmente inteligentes e com alguma imaginação social. Só que dessas duas pessoas inteligentes uma é boa, de índole amistosa e boa vontade para com o próximo e a  outra  é mesquinha, de natureza feia e opressora. A primeira pessoa inteligente vai viver sua vida em paz, ser conciliadora e evitar grandes conflitos pois seu grande desejo é ser feliz. A segunda pessoa vai oprimir os outros 18 se tiver chance, pois seu grande desejo é ter (poder, reconhecimento, dinheiro).

Quero acreditar, pois sou uma altista cega, que a maioria das pessoas inteligentes são do primeiro tipo, e acho que são tão culpadas quanto o opressor das 18 pessoas medíocres por todo o mal que há na sociedade, pois são omissos. A classe média está aí e confirma minha teoria todo dia, assim como antes estava a burguesia e  todas as outras maiorias influentes da História (ou só eu vejo isso, afinal, sou uma altista cega). São esses 10% de seres humanos os responsáveis por nossa evolução e/ou estagnação social, e como acredito que a natureza do ser humano seja imprevisível, nada impede que o primeiro grupo de sabichões torne-se o segundo com o tempo ou vice-versa, a maior responsabilidade pelas mazelas da História é do grupo que for  maioria.

Agora, o que não consigo confirmar com certeza é qual o grupo  mais numeroso hoje em dia. Apesar de querer acreditar que a maioria das pessoas bem sucedidas e inteligentes sejam boas em sua natureza e omissas em suas atitudes, não tenho certeza – só esperança. Eu deveria estar escrevendo, eu sei, esse texto saiu sem querer quando estava lendo um outro.

140028,190520092109

Suspensão da pausa dramática está suspensa até o fim do mês… Eu juro :P   Bjsss e música: Say it ain´t so – Weezer

Brisas

As pessoas inteligentes

9, outubro, 2009

Eu tenho uma teoria cruel, mas talvez vc entenda o pensamento. De cada 20 pessoas só 2 são realmente inteligentes e com alguma imaginação social. Só que dessas duas pessoas inteligentes uma é boa, de índole amistosa e boa vontade para com o próximo e a  outra  é mesquinha, de natureza feia e opressora. A primeira pessoa inteligente vai viver sua vida em paz, ser conciliadora e evitar grandes conflitos pois seu grande desejo é ser feliz. A segunda pessoa vai oprimir os outros 18 se tiver chance, pois seu grande desejo é ter (poder, reconhecimento, dinheiro).

Quero acreditar, pois sou uma altista cega, que a maioria das pessoas inteligentes são do primeiro tipo, e acho que são tão culpadas quanto o opressor das 18 pessoas medíocres por todo o mal que há na sociedade, pois são omissos. A classe média está aí e confirma minha teoria todo dia, assim como antes estava a burguesia e  todas as outras maiorias influentes da História (ou só eu vejo isso, afinal, sou uma altista cega). São esses 10% de seres humanos os responsáveis por nossa evolução e/ou estagnação social, e como acredito que a natureza do ser humano seja imprevisível, nada impede que o primeiro grupo de sabichões torne-se o segundo com o tempo ou vice-versa, a maior responsabilidade pelas mazelas da História é do grupo que for  maioria.

Agora o que não consigo confirmar com certeza é qual o grupo  mais numeroso hoje em dia. Apesar de querer acreditar que a maioria das pessoas bem sucedidas e inteligentes sejam boas em sua natureza e omissas em suas atitudes, não tenho certeza – só esperança. Eu deveria estar escrevendo, eu sei, esse texto saiu sem querer quando estava lendo um outro.

140028,190520092109

Suspensão da pausa dramática está suspensa até o fim do mês… Eu juro :P   Bjsss e música: Say it ain´t so – Weezer

Brisas

I love the Friday Life!

14, agosto, 2009

Sexta-feira à noite, nada especial. Uma vontade de escrever, uma parceria com o Gui pra ele cuidar do neném enquanto eu escrevo este post sem salvar nem nada. Hoje foi um dia muito estranho, passei o dia todo em reunião no trabalho, senti vontade de não estar lá o dia todo. Era uma reunião de avaliação de competências, onde você é avaliado e avalia todos da equipe. Uma hora você sai da sala e todo mundo fala seus pontos positivos e os “aspectos que podem ser melhorados”. Eu, paranóica… Não me sinto confortável sendo avaliada, apesar de saber que isso é uma constante na vida, blablabla… Mas foi divertido, apesar de tudo. Ver o que as outras pensam sobre outras, nenhum homem na equipe a não ser os chefes, que não estavam lá.

Aí quando acabou, já era o fim do meu expediente, não me vejo fazendo horas extras no escritório também e ficando mais tempo ainda longe do Américo durante o dia. É muito gostoso abrir a porta de casa e ver seu sorriso arteiro, realmente feliz de ver a mamãe e pronto pra brincar. É, estou perdendo tempo de brincar com ele pra escrever, na verdade deixei o Gui dar o jantar hoje, depois vou dar banho. É gostoso saber que o fim de semana está começando, que vou passar dois dias inteiros com eles. Talvez a expectativa torne tudo melhor, pois geralmente não são dias de descanso realmente, mas são dias de união. Hoje foi um dia de união também no trabalho. Talvez não uma união corporativa forte como a dos piratas, que se amotinavam pelo que a maioria considerava mais justo para a maioria. Talvez uma união por perceber que a condição de suspense e exposição é estressante e, infelizmente, pode ser inútil.

Música pros meus amores hoje - O seu olhar – Paulo Tatit e Arnaldo Antunes

Brisas

O hábito da criação

29, julho, 2009

A dádiva da criatividade, a inspiração que motiva o fazer, capacidade de inventar. Todos têm isso, só depende do estímulo para aparecer. E tem como ampliar, é só variar o cardápio de vida sempre que possível. Permitir-se viver experiências, buscar novos pontos de vista sobre o que acredita ser o certo, questionar(-se), mudar(-se). Cada pessoa de um jeito, algumas por necessidade de sobrevivência, algumas por vontade de expressar qualquer coisa, todas pode(ria)m criar. É gostoso ver o que criamos, é bacana quando agrada alguém, mas o importante mesmo é funcionar, usar as habilidades que nos tornam seres inteligentes. E expandí-las é questão só de prática. Todos sabemos que tudo isso que eu disse é óbvio, mas sinto que falta ousadia na criatividade em geral. Talvez só na minha criatividade…

Não sei se é o caminho de buscar vários estímulos e estilos de expressão, mas não consigo definir qual é a minha. Insisto em ser plural, isso frustra o aperfeiçoamento. Não considero muito bom quase nada do que faço. Algumas cagadas, coisas por acaso que saem muito melhores do que se eu tivesse planejado, alguma facilidade para aprender certas coisas. Será que dividir a vontade em diversas formas de expressão diferentes torna tudo mais medíocre, mediano? Eu danço, mais ou menos… Fiz ballet e jazz e sempre tive ritmo pra me mexer, ensinei meu irmãozinho a dançar rock dos anos 60 e sou apaixonada pela expressão corporal. Não quis me dedicar totalmente. Pinto, como eu pinto. Pinto painéis e telas com personagens inventados ou existentes de mangás e animes, alguns amigos gostam, ninguém teve coragem de falar na minha cara que odeia minhas pinceladas, mas não consigo me dedicar apenas aos traços. Escrever, essa paixão exige bastante dedicação e disciplina para não abandonar a estória na metade. Quem me lê há algum tempo sabe que tenho mania de deixar pela metade idéias que poderiam ser desenvolvidas e concluídas.

A arte é apaixonante e só vejo nela a expressão livre, mas não é a única forma de criar. Meu idealismo quer criar com tudo, quer mudar o mundo, quer ser herói. Mesmo que tenha de seguir regras, mesmo que haja limitação, a criatividade é exatamente superar limites. Na arte não existe limite. Criatividade é lidar com a realidade transformando-a, de preferência, em algo melhor. E resolver um problema, um conflito, uma situação embaraçosa com criatividade não é muito fácil. A realidade nem sempre é tão inspiradora, acolhedora e possível quanto a arte. Por isso que está certo o ditado “Viver é uma arte”. E todo mundo usa a criatividade na vida, pro bem e pro mal. Speed porco existe em todo lugar. A pessoa é criativa ao resolver ou causar um conflito, a necessidade força a criação. Talvez seja por isso que não consigo ousar:  não consigo ver a necessidade de e, portanto, evito a fadiga. Sigo quase criando, quem sabe até inspirando, quem precise mais do que eu…

1187116304_ZeAnimeGirl

Música de hoje,  celebrando nossas semelhanças, por que no fundo, no fundo somos todos caveiras – Bones – the Killers

Brisas, É com a Lia ,

Prece pela minha paixão

22, julho, 2009
Comentários desativados

Que eu nunca me esqueça do que sinto quando vejo alguém ser humilhado na minha frente, que nunca me falte coragem para lutar pelo respeito mútuo.

Que as pedras no caminho sejam duras o suficiente para que possa subir em cima delas, e que as quedas nunca sejam tão duras ao ponto de não permitirem  levantar-me novamente.

Que eu seja sempre minha referência e juíz, que a estrada que me leva seja ladeada pela boa-vontade e que a motivação seja sempre evoluir o todo.

Que a tristeza pela burrice e alienação alheias não me impeça de combater a indiferença para com o sofrimento dos homens, que eu nunca me conforme com injustiça e que sempre tenha voz para manifestar meu desejo de paz.

Que eu nunca veja com meus próprios olhos a maldade de que só o ser humano é capaz de cometer, que eu nunca tenha oportunidade

Brisas , ,