Os males espanta, mais até do que quem canta. Dançar é uma atividade física e social muito prazerosa, muito estimulante. É preciso desenvolver a inteligência musical, flexibilidade e autoconfiança para bailar com graça. É uma arte que requer não apenas ritmo, mas entrega de alma. Só dança sorrindo quem domina a arte, durante o ensaio quase nunca é de leveza a expressão, concentração e entrega paira no ambiente para que a arte nasça e seja bela. Não é apenas uma questão de técnica, pois essa é a parte fácil, a parte que pode ser transmitida. A graça do ritmo está na confiança, a execução confortável, como se cada movimento fosse tão natural quanto caminhar, respirar, dormir. Muitos são os artistas que se entregam profundamente, o baile também é um show que nunca pode parar, o corpo acaba mas dançamos com a mente, usamos nem que seja uma perna, um dedo, o balançar da cabeça que acompanha o ritmo. Assim como nascemos confortáveis com a água, nosso corpo nasce inclinado ao ritmo.
Quem diz que não gosta de dançar, não o sabe – e tem vergonha de admitir que adoraria aprender - ou é muito doente. Pesado é aquele que da dança não se contenta… (Yoda style rulez!) Dance, não se importe com a apresentação, apenas deixe o ritmo te envolver e te devolver a liberdade de estar em si mesmo. Quem dança espanta os males que surgem e, também, aqueles que nos trazem.
Música pra dançar como se ninguém estivesse olhando hoje: Dance to the Underground – Radio 4
Conselhos Inúteis
dança, propriedade
Advinha o que estou fazendo agora, nesse exato momento em que escrevo essa frase… É, estou num trabalho temporário que não exige nem 2% da minha capacidade intelectual gigantesca e negligenciada pelas grandes corporações idiotas que um dia vão chorar lágrimas de sangue por não terem me contratado antes de eu dominar o mundo. Sim, é um trabalho chato, mas paga bem e é só meio período, então é bacana. Mas assim, fico o dia todo jogando farmville ao lado de uma doce senhorita que fica pendurada no telefone com sua irmã chata o dia inteiro. Quase nem fala comigo, pois está ocupada tentando matar o próprio tédio. Tudo bem…
Espero que isso acabe, essa agonia de nunca me sentir desafiada, essa coisa de trabalhar com coisas que pagam bem e fazem mal para o senso crítico. Odeio estar em ambientes onde viajar para Porto Seguro no Carnaval é o fino da bossa, onde as roupas parecem uniformes e ninguém parece confortável. Saco, foi uma pena ver que não ganhei na supermegapoweranger sena do final do ano. Se ficasse muito podre de rica não precisaria trabalhar por dinheiro e o mundo poderia ficar livre das minhas reclamações…
Música bem legal que está na cabeça do meu amado desde que me viu dançando pro meu pequeno príncipe: He Mele No Lilo
Brisas
chata, dança, work
Dança comigo? Não? Então vamos conversar, coisa chata. Mentira, eu não vou te ouvir, talvez te leia nos comentários, mas o fluxo nunca será igual ao de uma conversa mesmo, deixa pra lá… Queria mesmo era te fazer ler isso aqui, minha mania. Nada demais, você já leu e sabe que eu não postei nada bacana, pra variar. Não quer dançar comigo, então pode ir embora… Desde que voltei pro Jazz estou impossível. Me apresento em dezembro, com uma turma de periguetes que começou esse ano, mas não poderia já pegar intermediário pois não tenho mais 15 aninhos, né? Estou escrevendo um conto, não sei se publico aqui ou tento vender no mercado negro da literatura. Mas, assim, pra hoje só tenho mesmo uma coisa a dizer: QUEM PROCURA, RACHA!
Música e dança e filme: All that Jazz – Chicago
Brisas
chata, dança, Jazz