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Textos com Etiquetas ‘chata’

Mensagem de paz

30, março, 2009

Eu, que não sou a pessoa mais tolerante do mundo, que tenho crises de mau humor toda segunda-feira, que quero viver longe de qualquer caminho que eu não tenha descoberto, que refaço as contas do que devo ao mundo por tudo o que ele me oferece, que tento conviver com a limitação do meu alcance de influência, que queria poder pra dar uma de Yoh e viver tranquilamente, que não acredito em vocês, que vivo la vida loca, que tenho um excelente mau gosto, que sou amodiada pelos entediados, que gosto de ver a rara inteligência dando as caras onde falta atitude para aplicar conhecimento, que quase nem faço sentido tamanha é a agonia de expressar, que durmo pouco há quase 3 anos, que vivo muito mais intensamente há mais de 2 anos, que sou mãe-filha-mulher e ainda eu, que sonho mais alto e mais bonito com o futuro, que acredito na sorte de quem se esforça, que não confio em religião, que acredito na fé, que sou chata pra carai…

Eu, que nem sei por que insisto em ser. Mas o dia em que parar de tentar mudar o mundo é por que ele terá me mudado…

Eu, só queria mesmo paz…Eu, o Guri e o GuYoh…

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Música pra segunda-feira, em busca do nosso Best Place: Beijo no Escuro – Revoltz (a gravação não está lá essas coisas, mas a música é bacana)

É com a Lia , ,

Realmente, não.

12, março, 2009

Pra quem gosta de sonhar, acordar é muito chato. É se deparar com a realidade, é ver que nem tudo é possível e muita coisa boa é improvável. Pode chamar de covardia, em sonho tão valente e quando acordo, diferente… Indiferente. A realidade é tão chata que prefiro ser distante da maioria. Poucas pessoas podem se aproximar e eu prefiro assim. Se humildade é dar a chance de as pessoas te acertarem, sou orgulhosa demais. Utópica demais, não me misturo com a gentalha que se conforma em sofrer sorrindo, que oferece o outro lado da face para que, dessa vez, lhe acertem uma voadora. É melhor eu ser só sonho, sempre. A realidade é muito chata, mesmo. Quando eu permito a realidade, ela estraga tudo, sempre. Só queria não ter acordado hoje…

Música down:  Ruby Soho – Rancid

É com a Lia ,

A obesa lady

9, março, 2009

A de Murphy, sabe? É muito gorda… Eu odeio segunda-feira, pela minha natureza garfieldiana e por saber que é um dia em que as coisas costumam ser uma bosta. Naturalmente hoje não seria muito diferente. Começou as 5 da madruga. Meu celular despertaria às 6, mas meu filhote resolveu que já tinha dormido demaaais. Tentei, mesmo sabendo que nunca funciona, enganá-lo para que voltasse a dormim, mas no way. Ele apontou pra TV e “Vivizão, mamái… Louie!” – Só que o tal Louie ainda não estava passando e ele ficou revoltado. Aí já era, levanta, faz mamadeira, toma um banho relâmpago de porta aberta pra ficar de olho nele que fica mamando e vendo desenho, sai do banho e se arruma com a primeira coisa que encontra no guarda-roupas, troca a fralda dele e veste o uniforme da escolinha, tenta fazê-lo comer alguma coisa antes de sair, só consegue empurrar dois bis de chocolate. Começa o parto pra sair de casa, pega nenem, mochila de nenem, mochila de mamãe, neném, reza pra não ter esquecido nada pois voltar é um parto de trigêmeos. Sem carro hoje, pega lotação lotada, uma alma caridosa faz o favor de sair do banco prioritário te olhando com cara de ódio por atrapalhar seu conforto, deixa neném na escolinha com o coração apertado e vontade de ficar com ele, pega metrô lotado de gente fedorenta (carai, nada é pior que o cheiro de quem anda de metrô, não entendo como alguém tem coragem de sair de casa fedendo e submeter todos ao seu aca nauseabundo), chega meia hora atrasada no trabalho e descobre que a pessoa que deveria te ajudar faltou, abre seu email e a resposta que estava esperando não veio ainda.. Putz. A obesa Lady Murphy adora a segundona… Ah, dia estúpido! Espero que tudo termine bem…

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Música pra começar: Gimme Shelter – Rolling Stones

É com a Lia

Malia do Contra

4, março, 2009

Poderia ser Maneca, Maria, Malinha… do contra, sou eu mesma. Nenhuma terapia de autoconhecimento me ajudou até hoje a entender a razão pela qual sempre fui diferente, ou sempre quis ser diferente, ou pareço diferente, ou me sinto assim, whatever. O fato é que aconteceu e ainda acontece, quase sempre me sinto uma alienígena por pensar o que penso sobre tudo. Metamorfose ambulante? Não… Eu não mudo de opinião tão facilmente, mudo de tudo, em geral, quando acho que é o caso, quando a situação exige ou permite. Sou um ponto fora do gráfico, dizem… Ou eu digo, who cares? Fato: odeio o clichê brasileiro carnaval, futebol e índio. Geralmente só me sinto confortável para expressar minha rabugice com quem já está acostumado com a verborragia também. Mas quando o faço, por distração ou sacanagem, percebo uma desconforto geral, como se só eu pensasse diferente e como se minhas idéias fossem absurdas. Hipocrisia à parte, baby, sei que muita gente também é diferente, mas parece que a maior diferença é a coragem de se expressar, é a coragem de se aceitar. Sim, eu não sou perfeita, sou até desprezível algumas vezes, mas me permito. Sou ansiosa, me preocupo tanto com bobagens  quanto com coisas sérias, sou humana, infelizmente… Poderia ser perfeita sendo gente? Noooot!

Tocar pra louco dançar: I hate everything about you – Ugly Kid Joe

Brisas ,

Qualquer coisa…

25, fevereiro, 2009

As bobagens que levamos a sério fazem a vida ter algum sentido quando mais nada é sentido, só aceito, só estragado ao exagero. Quando olhamos para a vida e sabemos o que falta, sabemos onde está errado e nem queremos mudar, temos medo de perder a frágil estabilidade que é a nossa loucura habitual, temos medo de perder em geral. Mas sabemos, sentimos e ignoramos. Sabemos que somos os culpados e contemplados, a maldita dor e a bendita delícia seriam nada sem a aprovação dos que amamos, dos que pensamos possuir e de quem somos dependentes. “Não vivemos numa ilha” -  foi o que sempre me ensinaram e acabei acreditando… Apesar de ser mentira.

A briga é o inferno das relações, claro. Sempre queremos felicidade de propaganda, um pouco de drama teatral e nenhum suspense. Precisamos saber o que o amanhã nos reserva, precisamos saber que fizemos todo o possível, que cuidamos de nossa saúde, de nossa higiene, de nossas contas, não nos permitimos o fiasco, não sabemos rir de nossas lições. Por mais idiotas que sejamos, sempre nos levamos muito em consideração. E por que não? Não sabemos ser ou ver o outro, somos cegos quando apaixonados e alérgicos se contrariados. Patéticos quando sérios, deprimentes quando emocionados. Que saco que é ser humano… Carnaval acabou, agora começa um novo ano…

Quase esqueci do foo de hoje: Big Me – Foo Fighters

Brisas , ,

WTF is a MEME?

6, janeiro, 2009
Recebi um MEME (O o) da Karol, do InBalada. MEME é, aparentemente, uma forma de você obrigatoriamente passear pelo blog dos outros e saber de coisas que eles queiram que você saiba, por alguma razão que só eles e os Deuses sabem…
As regras são as seguintes:
1 – Linkar a pessoa que te indicou.
2 – Escrever as regras do MEME em seu blog.
3 – Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
4 – Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.
5 – Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.
6 – Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.
Então…
1º. Quando eu sou boa, sou muito boa e quando sou má sou melhor ainda…
2º. Odeio quando não dá pra segurar a onda
3º. Sou louca
4º. Sou um exemplo clássico de que o mau gosto impera
5º. Sou insuportável quando estou cansada
6º. Sou muito mais insuportável quando estou empolgada

Empurrar o MEME para 6 pessoas…

Brisa Feliz

EscúchamePorra

Lesma de Sofá

Mais ou Menos Nostalgia

O Mundo do Avesso

Tal e Coisa, Coisa e Tals…

É,  acho que é isso, gente…

Música? Quer? Flamenco Diablo – Yngwie Malmsteen

Conselhos Inúteis, Contos

Representando

29, dezembro, 2008

Eu sei ser convincente, eloqüente, persuasiva. Já me aconselharam a tentar a dramaturgia, as artes circenses e, principalmente, terapia. É um dom de maldição. É um puta atraso de vida, pois consigo fazer os outros acreditarem em coisas que nem eu acredito. Depois me arrependo quando mudo de idéia. Não que eu seja propriamente mentirosa, só tenho uma imaginação infernal que resolve tomar o lugar da minha consciência quando não estou totalmente no controle de minhas faculdades cognitivas – leia-se “vêvada”. Por isso é que não bebo nunca mais… É o que sempre dizemos na ressaca. Nem sempre mantemos a determinação. Não gostamos de resistir muito às tentações… Mas é importante saber a hora de parar, para não causar danos irreversíveis. Claro, minha consciência é bem flexível ao ponto de eu afirmar que  se não lembro, não fiz. E seria perfeito se mais ninguém lembrasse. Pior do que não lembrar é ser lembrado do que fez… Uma vez me contaram que eu estava tão breaca que lambi o cinto de segurança do carro e disse que estava docinho. Eu não lembro e a coisa poderia parar por aí… Mas quem lembra tira um barato da minha cara até hoje. Por isso este post é moralista e tem intenção de ser construtivo. N0 Reveillon não encha muito a cara, fique consciente, lembre-se que c* de bêbado não tem dono…

Música juju vein: Too drunk to fuck – Dead Kennedys

Conselhos Inúteis ,

Lágrimas

30, novembro, 2008

Quando a pessoa nasce, chora pra mostrar que está viva. Seria, no mínimo, estranho ver a vida tão diferente do lado de fora da mãe e dizer: “- Olá! Que sufoco lá dentro!”. No tempo que se segue o bebê chora por que não sabe o que se passa, não sabe como lidar com as próprias sensações, chora pra ser satisfeito, atendido. Quando já se comunica, a criança chora pra demonstrar que algo não está como gostaria, claro que há o choro de dor física, mas aí é coisa pra pediatra, então, a criança chora por que foi contrariada, por que não consegue o que quer. Chora por que não sabe argumentar pra conseguir o que deseja. A criança chora, basicamente, por que não sabe. E por não saber é que o choro da criança passa logo, a ignorância é a chave da felicidade. Criança que vive como criança deve viver é feliz.

Aí o adulto chora. São tantas emoções… O adulto também chora quando não sabe, mas tem capacidade e habilidade pra saber. Lágrimas de gente grande talvez sejam mais falsas. Moi, je, moi, je, moi, je… Quase sempre é uma repetição da condição infantil de despreparo ante as próprias sensações, mas diferente dos pequenos, o adulto busca/provoca suas sensações, de uma maneira ou de outra. O ponto que me intriga nesse pensamento é: até quando esperar que outro lhe ampare é saudável? Talvez todos tenhamos dias ruins, em que um ombro amigo (ou mais que isso) é o refúgio de qualquer amargura. Dias ruins não acontecem todo dia… Os dias bons têm de ser mais numerosos para se poder contar com alguém num dia de cão. Lágrimas podem ser armas, ou armadilhas. Em ambos os casos, só escuto mesmo o choro de quem ainda não sabe o que fazer pra parar de chorar sozinho…

Música feliz (putz, viva meu servidor! recuperou meus textículos e tudo voltou ao normal!): Stop crying your heart out – Oasis

Brisas , ,

Enfim…

23, novembro, 2008

Enfim, é uma mania falar isso. E eu falo bastante. Enfim, comentei isso outro dia. Me disseram que quem escreve tem mania de falar também. Enfim, isso talvez não seja relevante. É domingo, enfim… o dia está bonito e não vale a pena deixar ele acabar sem aproveitá-lo. Não que seja divertido começar às 11:30 da manhã. Enfim, tenho muita coisa pra fazer e vou parar de pensar…

Hoje? Dream on – Aerosmith

Brisas

Terça, né…

23, setembro, 2008

Dança comigo? Não? Então vamos conversar, coisa chata. Mentira, eu não vou te ouvir, talvez te leia nos comentários, mas o fluxo nunca será igual ao de uma conversa mesmo, deixa pra lá… Queria mesmo era te fazer ler isso aqui, minha mania. Nada demais, você já leu e sabe que eu não postei nada bacana, pra variar. Não quer dançar comigo, então pode ir embora… Desde que voltei pro Jazz estou impossível. Me apresento em dezembro, com uma turma de periguetes que começou esse ano, mas não poderia já pegar intermediário pois não tenho mais 15 aninhos, né? Estou escrevendo um conto, não sei se publico aqui ou tento vender no mercado negro da literatura. Mas, assim, pra hoje só tenho mesmo uma coisa a dizer: QUEM PROCURA, RACHA!

Música e dança e filme: All that Jazz – Chicago

Brisas , ,