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Textos com Etiquetas ‘brasil’

Subversiva

29, agosto, 2010

É realmente triste ouvir a mesma burrice quase todo dia, já que a pauta do momento, finalmente, são as eleições desse ano “Ah, mas o que adianta votar em quem não tem chance de ganhar?”. Sinto vontade de desmaterializar cada pessoa que repete essa estupidez na minha cara. Quem vota e elege, carai? Sou contra o voto nulo quando há opções, mas concordo que pra esse ano as coisas estão críticas. No primeiro turno acho até que sei em quem votar, mas se as tais pesquisas conseguirem manipular um segundo turno, de acordo com as previsões para o tal pleito, anularei. Eu JAMAIS votaria em Serra ou Dilma por achar que são mais farinha do mesmo saco furado que os demais, ambos fedem mais do que o resto todo. Para o governo de SP a coisa fica mais feia ainda, não vejo opção nem para o primeiro turno. Claro, a lenda do voto nulo é uma utopia com a qual a maioria dos brasileiros gostaria de contar de verdade, assim como o bom senso da instituição da votação não obrigatória, mas  nossa Constituição – que era pra ser provisória – é o quebra galho que sustenta as leis de nossa sociedade desde 1988. E tudo bem, Brasil que canta e é feliz e idiota… Vamos brincar de ver Jornal Nacional e se indignar com a violência urbana, o estupro social é varrido pra debaixo do tapete e mais uma geração crescerá mais ignorante e fodida que a última.

Música para embalar pesadelos: Firestarter – The Prodigy

Brisas ,

Corrente por email

24, agosto, 2010

Aí recebi um email com o assunto “Corrente, repassar”. Sou obediente quando considero conveniente e, vamos combinar, as perguntas são, no mínimo, pertinentes…

“Queremos que Bonner e Fátima façam as perguntas a Lula que o Reinaldo Azevedo sugere para a entrevista do Jornal Nacional:

1) O senhor prometeu criar 10 milhões de empregos e chegará ao fim do  mandato criando quatro milhões. Neste tempo, a renda da classe média caiu, e os empregos gerados se concentram na faixa de até 2 salários mínimos. A chamada distribuição de renda do seu governo não se faz à custa do empobrecimento dos menos pobres?

2) O senhor disse que banqueiro lucra no seu governo e, por isso, não precisa de Proer. O senhor sabe quantos Proers o Brasil paga por ano para sustentar os juros reais mais altos do mundo?

3) O seu filho, até bem pouco tempo antes de o senhor assumir a Presidência, era monitor de Jardim Zoológico e, hoje, já é um empresário que a gente poderia classificar de milionário. O senhor não acha uma ascensão muito rápida?

4) Genoino sabia do mensalão. Silvio Pereira sabia do mensalão. Dirceu sabia do mensalão. Ministros foram avisados do mensalão. Só o senhor, da cúpula, não saberia. O senhor não acha que, nesse caso, não saber é tão grave quanto saber? E se houver mais irregularidades feitas por amigos seus que o senhor ignore?

5) Presidente, na sua gestão, as invasões de terra triplicaram, caiu o número de assentamentos e mais do que dobrou o número de mortos no campo. Como o senhor defende a sua política de reforma agrária?

6) O senhor não tem vergonha de subir em palanque onde estão mensaleiros e sanguessugas? (HaHAHa… pergunta retórica, né?)

7) Presidente, em 2002, o Brasil exportava a metade do que exporta hoje, e o risco país era sete ou oito vezes maior. O país pagava 11% de juros reais. Hoje, continuamos a pagar mais de 10%. Como o senhor explica isso?
8) Em 2002, o governo FHC repassou para São Paulo, na área de segurança, R$ 223,2 milhões. Em 2005, o seu governo repassou apenas R$ 29,6 milhões. Só o seu avião custou R$ 125 milhões. Não é muito pouco o que foi dado ao Estado que tem 40% da população carcerária do país?”

Obs: Se o Lula quiser responder, eu disponibilizo o espaço nos meus comentários também… :)

Brisas , ,

De cair o cu da bunda…

20, agosto, 2010

Desculpem pelo excesso de elegância, mas foi o único título que consegui pensar pra isso…

Propaganda Eleitoral com os famosos candidatos(Tiririca,Ronaldo Esper,Kiko do KLB,Mulher Pêra,etc)

Música, pois só arte alivia e nem sei como essa ainda não estava aqui… Seven Nation Army- – White Stripes

Brisas , ,

Imaginação Sociológica 2

6, agosto, 2010

Ano de eleições, hora de decidir o futuro. Gostaria de informar aos meus leitores que pesquisas realmente não são confiáveis. Como jornalista, gostaria de contar as sujeiras que vi, mas não posso por questões legais. Apenas posso afirmar que os lugares mais desonestos e decepcionantes em que já trabalhei foram institutos de pesquisa, fato que me ensinou a nunca acreditar nos supostos ‘resultados’ que as supostas pesquisas apresentam. Acredito que a solução para quem busca uma resposta seja olhar para dentro de casa. Esse post é meio reciclado, é um dos mais acessados do meu site (talvez por ser uma citação) e acho mais do que apropriado republicar hoje. >>>

“Quando uma sociedade se industrializa, o camponês se transforma em trabalhador;  senhor feudal desaparece, ou passa a ser homem de negócios. Quando as classes ascendem ou caem, o homem tem emprego ou fica desempregado; quando a taxa de investimento se eleva ou desce, o homem se entusiasma, ou se desanima. Quando há guerras, o corretor de seguros se transforma no lançador de foguetes; o caixeiro de loja, em homem do radar; a mulher vive só, a criança cresce sem pai. A vida do indivíduo e a história da sociedade não podem ser compreendidas sem compreendermos essas alternativas.

E, apesar disso, os homens não definem, habitualmente, suas ansiedades em termos de transformação histórica (…). O bem-estar que desfrutam, não o atribuem habitualmente aos grandes altos e baixos da sociedade em que vive. Raramente têm consciência da complexa ligação entre suas vidas e o curso da história mundial; por isso os homens comuns não sabem, quase sempre, o que essa ligação significa para os tipos de ser em que se estão transformando e para o tipo de evolução histórica de que podem participar. Não dispõem da qualidade intelectual básica para sentir o jogo que se processa entre os homens e a sociedade, a biografia e a história, o eu e o mundo. Não podem enfrentar suas preocupações pessoais de modo a controlar sempre as transformações estruturais que habitualmente estão atrás deles (…).

O que precisam (…) é de uma qualidade de espírito que lhes ajude a perceber(…) o que está ocorrendo no mundo e (…) o que pode estar acontecendo dentro deles mesmos. É essa qualidade (…) que poderemos chamar de Imaginação Sociológica.”    C. Wright Mills

Música pra hoje? Mkay… Saudades do velho game do Tony Hawk… Police Truck – Dead Kennedys (com minha nova professora virtual de guitarra)

Brisas ,

Primeiro a obrigação

13, janeiro, 2010

E, de preferência, que seja divertida.  Não é bem como acontece, não parece que é um problema regional, étnico, social ou de qualquer outra espécie além da natureza humana. É mais difícil cumprir com as obrigações, mais fácil lembrar dos direitos do que dos deveres.  E por isso fazemos o que somos e vice-versa. Temos o que merecemos. Enquanto um terremoto devasta o Haiti e não há ajuda suficiente nem da inútil ONU, o povo brasileiro comemora que os BBBundas poderão ’twittar’ nessa infeliz edição dessa grande bosta que é esse programa ridículo (desculpem o pleonasmo redundante, é que eu odeio muito mesmo de cotovelo e rins esses (fake) reality show).

Mas temos o que merecemos, pois a maioria do povo brasileiro é muito burra e nem sabe disso. Não faz idéia do que seja uma auditoria, não sabe que o servidor público é seu funcionário, não sabe exigir os direitos de consumidor, não se importa em pagar a maior carga tributária do mundo desde que também possa pagar o payperview da maior idiotice já inventada na TV a cabo. Por dinheiro algum nesse mundo (muito menos para disputar por ele) eu me sujeitaria ao ridículo de estar 24 horas por dia com um bando de gente burra, muito burra e muito fútil. Todas elas são muito burras e muito fúteis, não faz diferença a orientação sexual, religião, condição social ou qualquer outra característica desses imbecis. O BBB 10 (Está na décima edição? Nota zero pra Rede Blobo e pro povo que faz essa emissora ser a maior do país) é uma prova cabal da boçalidade e da monotonia na vida humana.

Não é por acaso que tanta gente é sem cultura… Trabalha 8 horas por dia, perde por baixo 2 horas indo e voltando do trabalho, almoça em 1 hora, dorme 8 horas por dia e, se estudar, ainda perde parte das 5 horas que sobraram decorando alguma coisa pra prova, pois aprender é pedir demais… Sobra nada para o indivíduo se dedicar ao ócio que permite a reflexão, o questionamento. E isso é interessante para manter a massa crescendo uniforme, conforme a forma, em formato de asno para permitir o arreio, cabresto e viseira… 

alienation

Música bem apropriada pra revolta com tanta estupidez: Soma – The Strokes

Brisas ,

Sampa se acaba quando apaga

11, novembro, 2009

Depois de descobrir que fomos roubados lesados em mais R$ 600 milhões  só no primeiro semestre desse ano, ficamos sem energia elétrica e a cidade virou um caos. Sim, virou um caos mesmo, não é eufemismo. O pânico, as pessoas morrendo de medo dentro de suas casas protegidas por sistemas de segurança que dependem de eletricidade, as pessoas nas ruas na escuridão total e com medo de serem assaltadas/estupradas, as pessoas com medo de não conseguirem chegar em suas casas, as pessoas em casa sem poder se comunicar com pessoas que ainda estavam na rua. Causar o pânico é uma boa medida para fazer as pessoas esquecerem que estão sendo prejudicadas. Desde a privatização da Eletropaulo houve tempo de sobra pra investir em geração e armazenamento de energia, alternativas de distribuição, alternativas em geral. Não o fizeram porque queriam lucrar muito investindo o mínimo possível.

Mas  como o povo brasileiro é cego, faltar luz é só um desconforto, afinal nem quando estamos em plena luz do dia as pessoas conseguem enxergar que a culpa é delas, afinal somos eleitores.

Música do novo cd deles, que está com uma pegada mais last shadow, mas continua bom: Crying Lightning – Arctic Monkeys (o gui sempre dá risada quando eu falo que nesse clipe eles estão machos pra cacete, pois não saem correndo quando os gigantes aparecem na tempestade… duh, bobalona)

Brisas

Filhos da Pluta…

29, junho, 2009

Vergonha, gente! Prostituição infantil é um problema sério e triste em qualquer país cuja desigualdade social seja gritante, excludente e imoral, como é no Brasil. Mas agora o desgraçado que pagar uma prostituta menor de idade está protegido de qualquer acusação graças aos nossos brilhantes magistrados. Olha só: Cliente ocasional de prostituta não viola artigo 244-A do Estatuto da Criança. Que vexame! Que retrocesso!!!

P.S. Em tempo, no Brasil, esse lugar que é tão absurdo e irritante, pedofilia ainda nem é crime… Talvez quem use, cuide… Vai ver tem muito pedófilo no judiciário…

Brisas ,

POP – Estourando o ideal

23, abril, 2009

Não é um partido de ódio a política e sim aos políticos. Sim, eu acredito que eles são a gangrena, o tumor, a necrose no desenvolvimento do país, salvo rarissíssimas excessões, muito raras mesmo. Estas pessoas deveriam estar em outra categoria, pois não são gente, não. São máquinas de desigualdade, que cospem no prato que comeram e renegam o povo que os apóia e, pior, que ainda acredita. Acho que quando estes saírem de cena, então se pode começar o diálogo democrático de fato. Colocando institutos de pesquisa para trabalhar pelo público e não só pelas empresas, visando conhecer as diferentes necessidades das diferentes comunidades que constituem esse país tão desigual. Colocando a mídia para trabalhar pelo público também, e não só pelas empresas, levando informaão importante e que contribua para a maior participação popular nas decisões que dizem respeito ao bem estar de todos e de sua comunidade em particular, usar o quarto poder como a conexão entre  necessidade,  informação e planejamento de ação. Novas eleições? Sem dúvida… Mas não sem antes um processo moralizador e urgente das instituições, com a proibição da candidatura de qualquer pessoa que esteja envolvida em processo judicial que ainda não terminou, seja qual for, mesmo que seja pensão alimentícia.

Enfim, não é fácil colocar ordem num país imenso, mas não deve ser impossível quando existe boa vontade e real mobilização popular. Nesse sentido eu admiro os hermanos da Argentina, que parecem ter muito mais cojones que nós e não se deixam oprimir pelo conformismo alienador de que Deus nasceu por lá e por isso tudo bem. O brasileiro tem que participar, e não o faz por que não quer, por que não há também nenhum formato interessante de informação política, tudo parece distante demais, colarinhos brancos sujos demais, escândalos e impunidade demais, cara de pau demais. Enquanto sabemos que há pena de morte pra corruptos em países nos cafundós, sentimos muita vergonha quando vemos o Collor voltar a cena, o Lula dizer que nunca na história desse país pela trilionésima vez, quando os políticos que usam nosso dinheiro pra pagar passagem aérea pr`um bando de fdp que não precisa desse “favor” aparecem no TV Fama.. Enfim. O POP tem a idéia de ser um partido de ódio aos políticos. Por que não são eles que fazem o país, não são eles que geram o PIB, não são eles que se dedicam às pesquisas científicas com verbas ridículas, não são eles que jogam bola na Copa, não são eles que fazem o Carnaval… Enfim, eles não fazem quase nada. Um parlamento é melhor que uma ditadura, sem dúvida. Talvez o futuro da democracia não esteja no regime presidencialista. Talvez a política só vai prestar ao povo, que é a mão de obra que sustenta a sociedade, quando o povo perceber que tem que estar lá, que mais ninguém pode representar suas necessidades.

Puta merda, comecei a escrever e fiz um tratado… Por que política me tira o sossego… Política não é ruim, políticos são. Música pra não pensar mais nisso: As far as the eye can see – Radio 4

Brisas ,

O capitalismo pode funcionar

11, dezembro, 2008

É uma coisa que penso sempre, o maldito capitalismo. Um monstro que incorpora toda a ganância e infâmia possíveis, acúmulo como atividade e lucro como objetivo. Coisas feias, muito feias. Por exemplo: penso que a Coca Cola poderia investir maciçamente na preservação dos ursos polares que a ajudou a vender tanto refrigerante e gerar tanta celulite. Aposto que os ursos nunca foram consultados e, tomara Deuses, nunca sequer tomaram o refrigerante. Mas as garrafas pet de Coca também fazem parte da poluição que mata não só os ursos, mas o planeta. Ok, já existe a reciclagem… Eu até separo meu lixo, mas como a coleta não é seletiva no meu bairro e eu não posso levar sempre todo o lixo para locais apropriados, o esforço é inútil.

Grandes corporações lucram muito. Empregam muito, mas a riqueza não é realmente dividida entre quem a produz e estes são muitos, a maioria. Demissão em qualquer montadora de automóveis tem um impacto enorme na vida de uma comunidade, é muita gente que depende dessas corporações. Não só como empregado, mas como consumidor também. É inegável que consumimos e gostamos disso. Não somos capazes de produzir quase nada que realmente seja útil para o escambo como maneira de negociação, então é mais fácil trabalhar por dinheiro. E dinheiro é ótimo. Gostamos de ganhar dinheiro. Dinheiro garante a tranquilidade em relação à sobrevivência física e o conforto material. Não garante saúde, mas quem já teve oportunidade de viver a situação de precisar ser atendido num hospital público alguma vez na vida e depois pôde pagar em dinheiro por um atendimento particular sabe do que estou falando – plano de saúde não é dinheiro, é apenas uma situação intermediária. O médico, o hospital, você – todo mundo – quer receber em dinheiro. E quer ganhar o que considera justo. Já falei o que penso sobre a situação vexante do salário mínimo, mas infelizmente a desigualdade não diminiu de verdade, e há até quem defenda o direito do excluído social impor sua condição através da violência… Não defendo, mas compreendo. Não sei o que faria se meu filho precisasse, por exemplo.

Acredito que na etapa atual do desenvolvimento humano é impossível retroceder o capitalismo, mas é possível torná-lo menos tendencioso. O capitalismo fez questão de privar os mais pobres de educação, mas não os privou do consumo, do desejo. E hoje muito mais pessoas são capazes de ter opinião quando têm informação. O papel da informação e da comunicação é fundamental. A opinião pública mobilizada e engajada poderia fazer valer o acesso à cidadania, entre eles o direito de participação real nas decisões políticas. O povo nunca sabe de nada, a não ser o que é escândalo. Isso é errado! Um exemplo? Hoje a pauta do plenário em Sampa são vetos à criação de escolas municipais profissionalizantes, a criação de salas especiais para a terceira idade nas repartições do município, a criação da Ouvidoria Ambiental… Vetos, isso aí. A imprensa não divulga isso. A TV Senado é um porrrrre! Eles poderiam me chamar pra produzir aquela merda, pelo menos daria um bom humorístico… Ou não. Mas é esse tipo de informação que diz respeito a toda sociedade, não quem é o bandido que sequestrou a namorada ou quem foi pego beijando uma celebridade.

É que conheço vários pseudos: comunistas, socialistas, veganos, xiitas. E acredito que dinheiro no bolso deixa as pessoas felizes. Saber que seu trabalho vale uma vida digna deixa a sociedade mais segura. Meter o pau nas grandes corporações é fácil. Difícil é convencer os funcionários dessas corporações, que são obrigados a engolir que são um time quando o objetivo é gerar riquezas, que deveriam fazer greve geral e tomar (não quebrar!) a empresa até que o lucro seja redistribuído de maneira mais igual. Isso nem é subversão… Pra mim, é óbvio. Seria um seqüestro pelo bem de todos e felicidade geral da nação – se bem que uma empresa so é pessoa jurídica. Existe seqüestro de pessoa jurídica? E, não é legal comprar presente de Natal para as pessoas que você ama? (ok, Natal é só uma data comercial e coisa e tals, mas o fato é que acabo não comprando nada pra maioria o ano inteiro, por falta de tempo, dinheiro, inspiração… Natal é uma ótima desculpa). Imagina não poder comprar nenhum presente? (ok, de novo, é possível se fazer um presente se você for super criativo, mas é preciso dinheiro pro material, duh).

Música pro que há: Your time has come – Audioslave Mas…  Mim quer tocar, do Ultraje também serve, eu amo o Ultraje, aiai…)

Brisas ,

Res Nullius

24, novembro, 2008

Então, lembram da entrevista que eu fiz com a Soninha? Pois é, o trabalho ficou pronto, mas foi feito meio na correria, claro. Tudo fica sempre pra novembro, inclusive a disposição dos professores para mandar trabalho. Então a revisão não ficou lá essas coisas, mas o que vale é a intenção. Minha parte foi a entrevista com a Soninha, vocês podem ouvir o áudio na íntegra no meu Podcast, está em duas partes por que a conversa foi longa… A revista (quase) como foi entregue é essa:

Conselhos Inúteis, É com a Lia ,