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Textos com Etiquetas ‘Américo’

Menino ou menina?

14, janeiro, 2010

Eu queria uma filha menina quando nem queria filhos. Achava que criar uma mulher seria mais fácil, afinal somos mais inteligentes e maravilhosas… Quando meu filho nasceu, percebi que o amor é, na verdade, uma construção. Não foi o fato de gerá-lo em meu enorme barrigão que me fez amá-lo, nem o fato de ele ser o menino mais incrível do mundo; foi o tempo. Se fosse necessário gerar para amar, o pai nunca amaria seu filho ou então amaríamos tudo o que nosso corpo gera… Urghhh….

Cuidar, ver suas pequenas conquistas e superação de cada novo desafio, o cultivo da paciência e da humildade em reaprender a aprender… Ter filhos nos deixa mais maduros, mais conscientes de nosso papel no mundo e no futuro, mais corajosos na defensiva e covardes no ataque, temos muito à perder quando nos tornamos pais e ganhamos o maior presente do mundo. Ganhamos o maior medo e o maior orgulho de nossas vidas, não importa o sexo, não importa nada, na verdade. Não sei se outros pais pensam assim, mas apesar de todas as expectativas e sonhos que inventamos para nossos filhos cumprirem (e eu viajo nessas), só tenho realmente duas exigências em relação ao Américo e ao seu (sua) futuro (a) irmã(o): não morrerem antes de mim e serem felizes enquanto eu estiver olhando. Nada deve ser mais duro do que perder um filho ou sabê-lo infeliz.

Claro que o próximo eu queria uma menina, mas acho que o Américo ficaria melhor se tivesse um irmãozinho, pra ensinar as coisas de menino e ser um amigão… Só sei que ter filhos é bom para a personalidade de pessoas boas. Pessoas ruins deveriam ser castradas. Gente que não tem filhos (ou ficou tempo demais longe dos que teve para trabalhar e acabou se afastando gradualmente) vive arrumando o que fazer, sarna pra se coçar. Geralmente trata algum bicho como se fosse gente, negando sua natureza para torturá-lo com o afeto que não tiveram coragem de dar para outro ser humano. Seres humanos inevitavelmente nos decepcionam durante a convivência, animais não são capazes de nos ofender em nosso idioma, então acreditamos que eles não falam e, portanto, não nos agridem. Bom, isso não se aplica aos ailurófilos… E, também, animais geralmente morrem antes das pessoas e, assim, elas conseguem alguma atenção humana pelo sofrimento de perder seu bichinho tão importante e mais companheiro que os próprios filhos.

Eu era bem assim quando não pensava em filhos, criava gatos em casa, dormia com eles na minha cama, dividia o sofá, o sorvete, o bife, o ovo de Páscoa e passava perfume neles também…  Hoje em dia eu jamais arrumaria um desses por vontade própria, apesar de amar os bichanos do fundo meu coração motorizado. Acho que na velhice, se tiver sossego pra isso, quero criar uns no quintal do meu casarão assombrado e assustador no Hawaii.

Mas eu fugi da idéia inicial totalmente… Um dia quero conseguir concluir os pensamentos sem pular para outras idéias. Acho que isso deve ser bom para quem quer escrever um romance, afinal são muitas páginas de uma mesma história e as coisas têm que fazer sentido e não ser uma zona que nem esse post. A idéia era que não importa se é menino ou menina, o legal é se dedicar à outro ser humano e ensiná-lo a ser gente, o legal é ser a pessoa chata que vai ser referência para quando o filho for grande e tiver de ser chato com os próprios filhos. Menino e menina não são padrões de personalidade, apenas de gênero. Há meninas quietas e tímidas, há meninas que são da pá virada e até brigam bem. Há meninos terrivelmente espertos e traquinas e há meninos calados e introspectivos.

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Música? óraididen… Under my skin – Frank (my pal) Sinatra

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Ah, esqueci…

7, janeiro, 2010

Sabe quando você pensa durante o caminho num assunto ‘interessante’ e tals e fala que vai escrever sobre isso e esquece? Acabou de acontecer… Vou consultar minha memória alternativa que funciona, via sms. Tomara que responda e que se lembre do que falei. Achava que com um gravador não esqueceria minhas idéias, mas esqueço de gravar. Esqueço até que estou com um gravador na bolsa, só lembro quando preciso ameaçar alguém de publicar suas declarações no meu ‘importantíssimo’ podcast…

Ah, minha memória alternativa é quase infalível, que tudo!  Lembrei agora sobre o que escreveria e a culpa por esse lapso de memória é do sono. Tenho mais uma teoria baseada apenas no meu profundo conhecimento da minha própria experiência. Vamos falar sobre ela…

As mães não costumam nos deixar dormir sossegados durante o tempo que nós sentimos vontade. Já chegam chegando em nosso quarto, chamando e abrindo a janela, tirando o cobertor, falando que é hora de acordar e pronto, não adianta argumentar e dizer que aquele dia tudo o que você mais quer na vida é dormir mais três horas e esquecer o duro treinamento para a vida adulta.  Não sei se é assim com todo mundo, mas mi madre nunca podia chegar em casa e me pegar dormindo à tarde, por exemplo. Começava a reclamar que meu quarto estava uma zona, que minhas gavetas estavam um pardiero e, pra finalizar, sempre perguntava se eu ficaria aleijada caso lavasse a louça ou arrumasse a sala… E eu acho que sei o motivo desse comportamento materno: vingança.

Há quase 3 anos que não durmo totalmente em paz. Achava que quando fosse adulta poderia dormir por semanas, talvez hibernar e matar o sono acumulado durante toda a adolescência, mas o Américo não deixa e o próximo também não vai deixar, então nem tão cedo vou dormir . O dia amanhece e ele já vem no quarto dizer que está claro e é pra sair da cama. Se não levantar na hora, ele puxa a gente da cama e começa a brigar, coisinha brava e mau humorada pela manhã – indício de que mau humor matinal pode ser genético.  E por isso desenvolvi essa teoria, pois não vejo a  hora de ele ser adolescente pra entrar em seu quarto durante a manhã, abrir a janela e falar bem alto que “já está na hora, vamos acordar, os Deuses ajudam quem cedo madruga, vamos, vamos, vamos!”

Música pra acordar e dançar e ficar de bom humor - e  melhor coreografia do mundo: Praise you – Fatboy SLim

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Vacina contra a gripe

8, junho, 2009

Eu tomei esse findi, tomo todo ano e funciona. CLaro, eu deveria ter tomado na sexta, mas aí estragaria o fim de semana. Tomei ontem, domingueira. E hoje veio a reação: dor geral, parece que envelheci uns 30 anos, tipo: dói tudo, até a unha. Reação normal, eu já sabia que seria isso. Mas, poxa… Segunda já é um dia de merda, ainda com reação de vacina e um monte de trabalho pra fazer, a coisa fica crítica.

Pior é que meu neném também tomou a vacina e já acordou com uma tosse de cachorro magro feia que dói… Tadinho!!!  Se eu, que já estou acostumada,  estou assim, imaginem ele. Tudo o que eu queria era ficar em casa hoje, com ele. Assim nós dois ficaríamos bem e juntinhos. Coisas da vida… Esperar o dia passar, esperar essa dor acabar, tomar uns 2 dorflex e tentar não dormir, tentar produzir… Coisa difícil. Que saudade de quando uma ausência significava, no máximo, uma falta.

Mucas (é assim que o Américo fala música): The Meeting Place – The Last Shadow Puppets

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Tutorial – Pintura de Quarto de Filhote

21, maio, 2009

1. Desenhe as paredes com um lápis número 2. No caso eu peguei umas figuras de fundo do mar pra colorir na internet, foi muito difícil encontrar, tive que abrir o google e escrever “fundo do mar pra colorir”. Ah, e depois clicar em search. Pra ver as imagens com mais detalhes, clique nelas, duh…

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2. Depois use lápis aquarelável (outros tipos não sei se prestam, pois nunca testei) e pinte as figuras. Não se preocupe em pintar bonito, apenas que não saia do contorno do desenho.

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3. Depois de pintar com lápis aquarelável tudo o que pretende colorir, começa uma parte bem legal: aquarelar. Use um cotonete ou qualquer coisa com um algodão na ponta. No meu caso, usei um treco de manicure. Não esqueça de molhar o algodão, viu? Mas não precisa deixar pingando, senào escorre. Bom, a prática leva à perfeição. Depois de uns dois ou três desenhos, pega-se o jeito de quando e quanto molhar o algodão. Use um cotonete (algodão) para cada cor.

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4. Pra finalizar o desenho, contorne sem dó com caneta hidrográfica preta.

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E Voilá… Olha que bacana ficou:

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Durante o trabalho é bom escutar: Foo Fighters… Que é bom até pra saúde…

P.S. Sim, eu poderia fazer isso pra você. Pagando bem, que mal tem?

Conselhos Inúteis , , ,

Papagaio louro

26, março, 2009

Ele está nessa fase, a do papagaio. Eu adoro quando ele tenta repetir: “eu xo um pacagaio lolo bico oiado” . Repete até coisas que nos fazem ver o quanto somos distraídos, estúpidos. Ele não impõe sua presença, ele conquista a atenção. Ok, meu pescoço já gira 360° de tanta corujisse, mas o que vejo de sua personalidade é muita independência e tranquilidade. Só não saiu das fraldas ainda por que parece não ficar incomodado nem com isso. Temos sempre que perguntar se ele “tá cocô?“, ou ele fica até assado, mas não reclama e nem chora. De resto, ele já é  independente demaaaais. Desde os 6 meses de vida resolveu que queria comer e beber tudo sozinho. Muita sujeira depois, meu canhoteiro tem habilidade até pra brincar de passar a “coca” de um copo pro outro. Adora escrever e desenhar, o que faz meu nível de corujisse transbordar. Agora aprendeu a contornar a própria mão e o dedo dos outros no papel. E fala todo empolgado quando termina “Dedoooo”.  E desenha nas paredes, roupas e até na própria pele. Ele com  caneta é impagável (impegável também). Dança qualquer coisa, aquela dança de neném que só abaixa e levanta nem é muito com ele, adora inventar passos, caretas e brincadeiras. Destemido e adora se jogar das alturas no colo de quem merece sua confiança, que ainda é de muitos. Gosta de deixar besouros e joaninhas passearem em suas mãos. Ama piscina, banheira, poça d’água. Escolhe a própria roupa e sapato, come de tudo, dorme a noite inteira. Meu pequeno príncipe é um anjo. Ele já tem estilo, muita personalidade. É um tremendo sedutor… Eu fico morrendo de saudade, vou pra casa voando de vassoura pra pegá-lo acordado, pra brincar um pouco antes de dormir. Não é que sou eu que cuido dele, ele que me fez querer cuidar de tudo.

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Música meloooosa pro meu papagaio louro do bico dourado: Ain’t no mountain high enough – Marvin Gaye and Tammy Terrell

Maternidade

Amanhã já é um lindo dia…

5, fevereiro, 2009

Amanhã já faz dois anos. Ele, o meu pequeno príncipe. Há dois anos eu estava no consultório do Mala, ouvindo que meu líquido aminiótico estava aumentando, o que não deveria acontecer por que colocava em risco a vida do bebê.  Há exatamente dois anos e lembro como se fosse ontem, ele me perguntou: “Então, vamos marcar a cesariana pra semana que vem?” e eu, leoazinha já: ” De jeito nenhum, vamos fazer amanhã!” – OK, parto normal é o que eu queria durante toda a gestação por que o nome já diz tudo – NORMAL – mas como nem eu sou muito normal, não quis colocar em risco o sagrado fruto do meu ventre esperando mais uma semana pra fazer a mesma cirurgia, pois o normal já era inviável. E eu comi, mas comi feito uma condenada, pois sabia que no dia seguinte teria de ficar em jejum pra operação, nem água o médico liberou – e foi de secanagem, quando ele chegou ao hospital e eu contei que estava morrendo de sede, ele riu da minha cara e perguntou se eu tinha acreditado que era pra ficar sem água mesmo – um amor de médico, mas é o que dá ter amizade…

E hoje… hoje eu penso que amanhã queria ficar o dia inteiro entregue aos seus encantos, manhas e descobertas. Amanhã ele completa o segundo aniversário e é muito, mas muito melhor do que eu jamais imaginei. Nunca pensei que a maternidade fizesse tão bem, há quem diga que fiquei até mais bonita (como se isso fosse possível, ha… ) Espero muito, sempre, hoje e amanhã em sua vida, que aprenda a ser feliz. É o que quero ensinar, pelo menos. Quero que aprenda, assim como eu aprendi, que é melhor ser feliz pra gozar as coisas boas da vida – liberdade, amor, conhecimento.  Ser feliz é um caminho, não um destino. Se um dia ler isso, quero muito que  entenda só isso: seja feliz para ser feliz. E mando um ritmo que eu sei que você gosta de dançar com a mamãe!

A Festa – Maria Rita

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Não faço questão

9, novembro, 2008

Eu não faço questão de estar certa, nem de ter meus textos lidos, nem de manter uma postura constante em relação ao mundo, meu mundo. Eu não faço questão de saber se o que está atrás da minha cabeça realmente existe. Não faço questão de encontrar ou perder, o que tenho é suficiente e isso não me impede de conquistar mais, eu mesma conquistar pra eu mesma considerar tudo meu e isso não me impede de pedir conselhos. Eu não faço questão de fazer sentido, nem de ser compreensiva com almas estranhas. Não faço a menor questão de ser a vítima, nem de ser a piedosa. Eu não faço questão de ser frágil, de usar minhas lágrimas para celebrar a tristeza mais do que a alegria, não faço questão de ser legal por que você não é. Não faço a menor questão de ser melhor, apesar de quase sempre ser inevitável. Não faço questão de ser humilde, nem de fingir ser pra não machucar seu ego ferido pela falta de confiança, não faço questão de só estar rodeada por quem é perfeito. Não faço questão de ser modelo, nem de que acreditem nessas palavras. Não faço questão que não leiam os nãos. Não faço questão de sempre manter o controle, nem de ser sempre razoável. Não faço questão de mim, não faço questão de nada quando o assunto é meu laço sanguíneo…

Múska: Agora só falta você – Rita Lee

É com a Lia

Ausência

15, setembro, 2008

Sumi da web pro caderno, não passo de lá pra cá pra evitar a fadiga… Mulheres são de fases, estou numa complicada por questões profissionais, mas de resto está tudo belesma. Ansiedade e insegurança e, pô, eu sou alfa e tenho de levar o mundo nas costas, tenho que conseguir fazer isso tão bem quanto minhas ancestrais… A incerteza atual me deixa na pior, mas tento sempre esperar pelo melhor. Esse é um dos meus lemas, aliás: “Espere pelo melhor, se prepare pro pior e desenvolva com o que conseguir”. Seria uma bela solução ganhar na mega-sena, mas sem jogar é difícil…

Filhote, tão lindo… Ele que cresce tão rápido, que fica longe de mim tantas horas por dia, queria nunca ser ausente pra ele, mas tento mentalizar que é mais importante qualidade que quantidade, dá até medo de estragá-lo de tanta saudade e vontade de lhe demonstrar meu amor, minha presença. É por ele que quero mais e melhor, por ele que vou à luta todo dia, em todos os meus sonhos ele está presente como a pessoa fundamental e por ele  quero ser feliz, pois sei que um exemplo vale mais do que mil palavras. Meu filhote é meu pequeno príncipe, looonge de mim ser coruja, mas nunca houve uma criança mais linda em todo o universo.

Vida louca é a do nosso tempo, tanta facilidade pras pessoas fazerem cada vez menos, tanta vontade de sentir tudo que esquecem que vontade também é um sentimento, todos os caminhos já foram percorridos mas nunca encontraram a saída. Ser ausente é o que há, não há empenho, apesar da vontade, em estabelecer e manter os vínculos. Estamos ali virtualmente, e estamos todos bem, sempre. Amigos de longa data são cada vez mais raros, sentimos falta mas não sentimos vontade de encontrá-los e nos depararmos com a realidade de que nós mudamos e tudo muda. Não queremos ter a certeza de que nosso grande amigo de ontem é um idiota. Ou que ele perceba o mesmo de nós.

Muitas saudades dos meus amigos de ontem que somiram da minha vida e nem por orkut eu acho. Todos idiotas como eu, claro. Poucos, mas cada um foi fundamental na minha história. Os que desapareceram de vez me fazem imaginar tanta coisa, tanta vida. Os que não desapareceram me enriquecem com a compreensão da minha limitação em ser presente em suas vidas. Por me conhecerem tão bem, sabem que não adianta encher meu saco, eu não ligo pra ninguém mesmo…

Musicaaaa: Primeiros Erros – Capital Inicial

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7 meses de "Invasão Americana"

6, setembro, 2007

Hoje é aniversário do Américo. Sete meses de vida linda e cheia de alegrias. Ele já está com a corda toda, fala “BAAAA”, “BRRR” (com efeito especial de perdigotos), pega tudo, puxa cabelo, brincos e qualquer outra coisa que esteja pendurada na gente, anda de andador, adora ficar em cima dos ombros do papai, fica hipnotizado com o desenho “Boom and Reds”, come  quase tudo mesmo sem ter nenhum dente, sabe mostrar quando quer ou não alguma coisa… Enfim, está uma figura cada vez mais encantadora.

E o sorrisão? Menino de risada fácil, simpaticão. Puxou ao pai essa característica. Vai no colo de qualquer pessoa e não estranha, não é chorão. Segundo a professora de natação, ele já bate naturalmente os pézinhos como no nado Crawl. E nós,os pais, quase explodimos de tanto orgulho a cada elogio. Sim, estamos bestas e fascinados, como qualquer outro casal de pais de primeira viagem. Mas, olha só. Não é lindo de viver?

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Maternidade

Ter e não ter tempo…

29, agosto, 2007

Não é uma questão, é uma constante. Não estou trabalhando fora de casa, passo o maior tempo do dia aqui. Mas o Américo consome quase todo o fôlego que tenho. Vício é problema. Às vezes paro na frente do computador com ele no colo, só para responder um email ou dar um oi pelo messenger. Quando ele dorme, aproveito para escrever, como agora. Também tenho de preparar exercícios, fazer umas traduções, estudar, pesquisar, ou seja, é correria… Mas vício é problema. Mesmo tendo muito que fazer, ainda me distraio com coisas menos importantes. É uma música que estou buscando, fotos ou vídeos que estou mandando para o Youtube ou Ringo. O orkut que me condena… Eu poderia simplificar minha vida me livrando do computador, mas vício é problema…

Brisas ,