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Arquivo da Categoria ‘É com a Lia’

Tem de tudo – 2a feira

8, fevereiro, 2010

Segunda tem trabalho pra começar, tem final de semana pra lembrar, mau humor para atrapalhar, requer coragem pra enfrentar…. Ah, a segunda que é meu dia de martírio, dia que eu queria aproveitar pois tudo está mais vazio, os supermercados, os shoppings, os cinemas e restaurantes, segunda é o melhor dia para desfrutar os benefícios do consumismo sem precisar se acotovelar com “peruas promocioneiras” de plantão. Talvez eu não devesse espalhar essa informação… Mas o fato é: segunda é um dia em que, geralmente, estou de mau humor. Muito mau humor.

Ok, não sou mais criança, sei me controlar para não dar birra só por tédio, só por que tudo não é como eu gostaria. Sei manter a fera que a segunda-feira atiça sob meus domínios. Tentando manter a calma, tentando ficar de bom humor, desejando uma fórmula mágica pro dia passar bem depressa. Que saco a segunda-feira…

Mudando de assunto, talvez seja a melhor forma de o dia passar bem rápido, que tal falar de… Fernando Pessoa? Adoro essa: “A única atitude intelectual digna de uma criatura superior é a de uma calma e fria compaixão por tudo quanto não é ele próprio. Não que essa atitude tenha o mínimo cunho de justa e verdadeira; mas é tão invejável que é preciso tê-la”. Vale a pena conhecer Pessoa(s). Meu primeiro contato com o cara foi na aborrescência, então não dei o devido valor, achei muito cheio de enigmas e na época era apenas uma voraz consumidora de informação – tudo o que tivesse um pouco de reflexão me cansava. Eu recomendo o tio Pessoa pra aliviar segundas duras e semanas que prometem ser chatas…

E, se você já matou alguém hoje, música clássica pra celebrar: Bohemian Rhapsody – Queen (trilha do livro que estou relendo)

Brisas, É com a Lia

Segunda porre

1, fevereiro, 2010

Segunda é um dia de merda. Some ao fato de ser segunda a ressaca pós show do Metallica, onde percebi que estou mais pra balzaquiana mesmo… Hematomas, rouquidão. E aí, pra inaugurar o dia, visitar um escritório chato para rescindir o contrato, depois dentista e, agora, estou com a maior dor na cara toda. Mas beleza, saindo da tortura peguei meu príncipe, pois o Sol estava rachando e fomos pra piscina. Escorreguei na área ao redor e, para retormar o equilíbrio, dei uma topada com o dedão da unha ferrada, que está doendo também. E ainda tenho que pensar no jantar, mas acho que hoje teremos pastel, sanduíche e frutas, pois não dá pra ser tão multi todo dia. Dureza, beleza, sarna por gosto não deveria coçar… nem doer.

Música maravilhosa que me fez explodir ontem e ainda não consta da ilustre lista deste espaço : The Unforgiven – Metallica

P.S. Os fanáticos que me perdoem (ou não, nem ligo) mas os albuns Load e Reload foram realmente ruins para o nível esperado dos tios do Metallica. Eu achava que eles tinham acabado naquela época, Graças aos Deuses que o Trujillo entrou e deu um gás mais nervoso no clima da música da banda. E eles tocaram muitas nervosas… O povo pediu Kill´em All!!! HAhahaha! É… a minha favorita tem um título meio comprido pra fazer coro, nem adiantava tentar…

É com a Lia

Poder é responsabilidade

30, janeiro, 2010

Eu não tenho culpa de ser poderosa e de ver as coisas que desejo acontecerem apenas por que o destino assim o quis. Não é minha culpa, mesmo. Eu e a sorte somos camaradas… E nesta manhã nublada de sábado constato que ter poder é ter responsabilidade, sim. Exercemos influência sobre as vidas que criamos ou cativamos, mas só podemos mesmo com a nossa própria vida. Podemos ter alguma autoridade, durante algum, muito ou pouco tempo, podemos sentir ou ser alvo da admiração, podemos permitir a aproximação e, então,  é só nossa a responsabilidade pelo que pode acontecer. Eu não tenho culpa, assim como nenhuma planta carnívora pode ser culpada pela sua natureza atraente e mortal.

Esse papo de poder é responsabilidade cola bem. É uma grande utopia, quem dera todos os poderosos soubessem de suas reponsabilidades, quem dera os simples mortais resolvessem não tentar sempre empurrar para os outros, quem dera os vaidosos não enxergassem apenas admiradores em todos que se aproximam. Com minha atitude de “Pare o mundo, porque eu quero descer” pareço mais soberba do que realmente sou, em geral só mordo mesmo quando alguém pisa na minha pata, sou mais de fugir pelo telhado de quem me ameaça deixando algum tijolo solto para cair na cabeça de quem tentar me seguir. Dependendo da moleza do miolo, o tijolo faz um estrago grande…

Criar gato (ou ser uma) te dá muitas vidas pra cuidar, no fim das contas. E como diz o antigo adágio espanhol “No creo en las brujas, pero que las hay” – e estão mais perto do que se imagina…

E eu já to com quase todas as músicas recomendadas no meu nadahumilde blog em mp3. Algumas eu não vou achar nunca mais, mas beleza. Hoje eu vou adicionar uma que não me conformo de não estar lá ainda – sonzeira (aliás, muitas que ainda vou colocar nessa lista e no super ‘tígulo’ de mp3 da t(e)ia Lia): Hash Pipe – Weezer

É com a Lia ,

Tutorial

28, janeiro, 2010

Ah, essa é uma palavra mágica para quem deseja aprender através da web. Quer se especializar em qualquer merda? Baixe tutoriais. E estude-os, claro. Essa é uma palavra mágica que abre muitas portas nas buscas da web. Tutorial é igual em inglês, mesmo significado. Mande ver nos tutoriais, olhe o tutorial de tutoriais frequentemente e saiba mais. Deixe de ser burro(a)…

Mística:  Crackerman – STP

É com a Lia ,

Necessidades marítimas

27, janeiro, 2010

Eu sou uma gata marítima. Não digam que gatos não gostam de mar, pois muitos viviam bem nos navios de antigamente, caçavam ratos e comiam das pescarias, gatos amam a brisa e calmaria do litoral. Dormem o dia todo, quentinhos em alguma sombra confortável e saem à noite para caçar e se divertir com a gataria. Fico meio mals quando não vou ao encontro dos limites do continente… E agora que janeiro praticamente acabou, temporada passou, tudo lá está melhor, mais legal e mais vazio. É a hora certa para pegar uma semaninha de folga, encher a carteira de dinheiro e gastar tudo em quiosques e aluguéis de coisas bacanas que só existem no litoral, como pranchas, equipamento de mergulho, banana boat ride, parasail, kite-surf.

Não tenho intenção nem vontade de acampar com uma criança pequena, ainda. Ideal é alugar uma casinha e ir de carro, lotado de roupa de cama e banho, livros que nunca tenho tempo de ler por que fico baixando coisas pra assistir, câmera fotográfica, produtos de higiene pessoal (eu sempre esqueço um monte e tenho de comprar lá) e energia, muita. Na ida sempre vou cheia de animação, a volta é tipo um funeral. Como se a despedida fosse eterna – e quem garante que não? – como se ali estivessem minhas raízes que são arrancadas para retornar ao concreto, onde me sinto dentro de um vaso mal regado.

Eu tenho necessidades marítimas, apesar de já ter enjoado em balsa e ser alérgica aos borrachudos, apesar de ter de usar bloqueador solar FPS 60 até no couro cabeludo onde o cabelo faz uma risca pra não morrer de insolação por ser transparente, apesar de ser radicalmente contra marca de biquini no meu corpo, apesar de ficar horas remando até resolver dropar uma onda marolenta e me sentir uma Kelly Slater por ficar menos de 15 segundos em cima dela, apesar de ser urbana e terrivelmente viciada em tecnologia… Preciso de mar. Uma praia, uma caipirinha, uma sombra e uma musiquinha…

Hoje acordei com essa na cabeça – Sereia – De repente, California – do Acústico do Lulu

É com a Lia

Leviandade

23, janeiro, 2010

Não sou tão maravilhosa que possa ser dona de qualquer verdade além da que experimento, sabe? Acho que sendo assim não sou leviana com o mundo, não julgo superficialmente o comportamento alheio sem tentar me colocar em seu lugar, sou mais indulgente do que gostaria de ser com a maioria das pessoas que cruzam meu suave caminho. Não sou tão pequena que não consiga, pelo menos de surpresa, dar um soco na cara de alguém e, por evitar a fadiga, concentro muita energia para um momento de estresse – que tento evitar mais ainda. Também corro bem rápido por isso.  Quem sou eu para me preocupar com a vida de alguém que não me diz respeito, que é uma pessoa estranha, que vi na feira de terça uma vez? A menos que a pesssoa não seja só isso, né? O que faz uma pessoa querer cuidar da vida alheia, orientar suas ações e esperar obediência, subserviência? Necessidade de autoafirmação, só pode. Uma coisa é pedir opinião sobre azul ou vermelho, outra coisa é permitir que a sabedoria de outrém (que não é feliz consigo mesmo nem benevolente com os menos hábeis) instrua outro comportamento – principalmente quando este não lhe diz respeito algum.

Leviandade  faz algumas pessoas analisarem superficialmente alguma coisa, preguiça também, mas geralmente é burrice mesmo. Para ser leviano é preciso ser espontâneo de verdade e a maioria das pessoas é covarde demais para tanta autenticidade. Hoje em dia a maioria é autenticamente virtual. Nem quando se aproximam de alguém, de fato, permitem-se mostrar o que realmente são, como realmente pensam. Deixam para extravasar sua personalidade onde não podem, de imediato, levar um soco na cara. Mas o mundo é pequeno, sabe? Menor do que eu… Analisar superficialmente é fácil, eu faço isso o tempo todo, todo mundo faz e não é um problema – desde que você não saia por aí latindo que seu ponto de vista superficial deve ser tomado por verdade absoluta, pois sua verdade é só sua, baby, limitada ao que você experimentou. Gosto muito de lembrar os leitores deste famigerado blog e desta irresistível blogueira que tudo o que falo é baseado em minha vasta experiência sobre minha própria vida. Ou vidas, gatas têm várias… E minha vasta experiência de vida não serve nem pra me livrar de gente pilantra.

Leviandade é o que faz, também, pessoas usarem ofensas no lugar de argumentos e atacarem quando são rejeitadas, quando não são idolatradas. Que a grandiosa energia da vida e a benevolente luz da piedade que sentimos para com os miseráveis me mantenha protegida de gente tão baixa…

Música pra celebrar o sábado, que foi muito bom até eu descobrir coisas que me deram idéias muito más… No excuses – Alice in Chains

É com a Lia ,

Tio Oto, o modafoca…

22, janeiro, 2010

Hoje é sexta, perceberam? Dia muito importante:  aniversário do meu grande irmãozinho. Ele é totalmente diferente de mim, é uma boa pessoa que tem um gosto musical duvidoso, gosta de programas de TV duvidosos, insiste em ser atlético mesmo sabendo que a lady murphy sempre está no time adversário. Ele ficou alto depois dos 14 anos e por isso nunca mais brigamos… SOMOS BROTHERS!!!

Feliz Aniversário, Uó!!!  Mahalo! Mahalo â nui no kou kôkua pono! Poxa, que dia sexy para se completar 27 anos, né? Sexta… Saiba que Sheeva te abraçará e lhe dará um novo nascimento hoje, tudo pode ser como você quer, afinal só você tem as rédeas de sua vida. Quero que você seja feliz, faça seus amores felizes e tenha muita coisa pra contar quando ficar velho de verdade. Quem sabe agora você não entra numa crise de meia idade (afinal, você é véio, véio…) e resolve ser aborrescente de novo e vai no show do Metallica comigo mesmo de tala no joelho e tudo (assim não precisamos pegar fila também… hein? heinn??)

Você merece ser muito feliz, iluminado por energias e pessoas boas com vidas felizes. Te espero em casa amanhã pra pegar uma piscina e comer umas receitas do Japon que vou fazer especialmente pra você, modafoca! TE AMO TERRIVELMENTE!!!

Beijosssss na bundinha de nego e uma música pra você lembrar que já foi jovem, cabeludo e besta: Bad Habit – The Offspring (um dia vou te perdoar por causar o chilique que me fez quebrar todos os cds dos caras… sorte sua que hoje tem mp3, moleque… )

P.S. >Aliás, preciso escrever sobre isso: a habilidade de ameaçar as pessoas, quem tem irmão mais novo sabe que treinamos neles… Não lembro de uma única vez em que vi meu irmão ameaçar alguém, mesmo que houvesse motivo - já eu, afff…

É com a Lia ,

As coisas mudam

18, janeiro, 2010

E como a fábula da raposa que queria as uvas é sempre contemporânea, talvez eu seja a raposa que não alcançou o cacho do romance que tanto queria escrever, me surpreendi ao me decepcionar com a alta nota que tirei num trabalho medíocre, afinal o curso foi medíocre e alguns colegas conseguiram se superar no quesito estupidez. A retrospectiva de 2009 foi bem parecida com a de 2008, mas espero que a de 2010 seja diferente, espero conseguir evitar o estresse, espero conseguir fugir pro mar e viver mais de brisa do que de trabalho.  Por que sei como é fazer isso, sabe? Sei e já fiz, sempre acho conveniente lembrar o leitor que toda minha profunda opinião é fortemente embasada em teorias que surgiram apenas de minha própria experiência. E eu sempre fiz muitas experiências… pago pra ver  a vida e pago sozinha; ou nem pago quando vejo que não vale a pena, mas sei que não sou patricinha de Higienópolis que é rebelde com o cartão de crédito do papai aposentado, sou idiota por conta própria e de acordo com minhas experiências. Ah, eu não nasci pra sofrer… Tem gente que escolhe isso.

As coisas mudam quase sempre pra melhor pra quem é otimista e sabe ver o lado bom das coisas, aprender as lições da vida. Eu sempre repito que tenho muito mais pra agradecer do que pra pedir, principalmente de ‘coisas’ que me livrei por seguir meu coração e confiar na minha sorte. Acho que, mais uma vez, vou acertar pois sei bem o que quero e qual é meu objetivo de vida agora, pois se parar pra pensar talvez nem haja futuro e por isso não tenho (ninguém tem) tempo pra perder com o que não lhe é fundamental. Não vejo futuro pra tanta gente que vive sem viver, que pensa que o coma alcoólico que teve na adolescência que nunca acaba foi uma tremenda aventura, que tem medo de se jogar na vida e ver o mundo longe do conforto de quem é obrigado a  suportar o que gerou.

As coisas mudam, ainda bem… As ‘coisas’ que ‘ não mudam, limitam-se em suas precariedades, em suas derrotas não superadas, em seus trabalhos mal feitos e em suas vidas de natureza morta. Minha morte, como já disse, talvez nunca aconteça de fato e, se acontecer nos próximos séculos, será uma festa para celebrar o fim de alguém que esgotou a vida por ter feito tudo o que quis. Mas, pensando em meu possível fim, ainda bem que as coisas mudam…

Música de primeira para essa segunda, dia de corno, ofereço para todo mundo que não sabe viver, só morrer de raiva de quem vive… The killing lies – The Strokes

É com a Lia

Hoje a Lua Nova me moveu

15, janeiro, 2010

Sabe, tem coisas na vida que só a gente mesmo pode saber se devemos ou não fazer, como quebrar a cara de uma pessoa até não sobrar nenhum dente inteiro, ter filhos, perdoar um inimigo, fazer mudanças e etc… Muitas coisas são só nossas e, muitas vezes, só perguntamos a opinião alheia para ver se coincide com o que já escolhemos. Tem gente que nunca escolhe nada, só aceita, vive por osmose, não sabe ver o que ganhou quando perdeu. E existem pessoas como eu, que são imbatíveis ou otimistas demais para reconhecer ou temer derrota. Nossa, essa última foi foda, né? hahahaha! Na verdade, hoje estou muuuuuito feliz pois é sexta, dia de Sheeva. E Sheeva é uma Deusa linda…

Não sou neo-pagã ou de qualquer outra gangue religiosa, mas adoro as Deusas pois sei que sou uma, sei que toda mulher também é e sei que, da mesma forma, toda menina é uma princesa. Mas nem todo mundo é feliz como eu… Hoje a Lua Nova me moveu e nasceu o meu natural, a minha permissão de me permitir totalmente. E para encerrar o que passou e celebrar o que nasceu, quero dividir que aprendi a coreografia tradicional de He Mele No Lilo, por que Hula é minha nova paixão pelo Hawaii (poutz, só fico arrumando mais motivos ainda pra morar lá…) e fico dançando o tempo todo.  Aprendi legal mesmo vendo esse vídeo, olha como essa tia fofa dança gostoso… E também esse vídeo, onde o cara faz muito mais bonito e tem mais intimidade com a melodia do que a bailarina clássica minhoquenta. Bom, quem quer saber aprende até sozinho…

Aprendi muita coisa sozinha, um pouco de coisas sobre muita coisa, afinal vivemos na era do excesso de informação. Não consigo (ou não quero involuntariamente) escolher a arte que mais gosto para expressar, não sei o que mais querer, só sei que nada sei e que a Lua, a sexta e a vida me deixam cada vez mais fascinada e confiante de que sou uma escolhida para iluminar as trevas. Sinto muito por quem só vive sem motivos para ser feliz e não querer mais nada da vida. Tanta coisa pra saber nesse mundo e tem gente que se ocupa com idiotices. Pobres diabos… Ah, e estou lendo o famoso ‘Os homens que não amavam as mulheres’, parece bem legal, por enquanto.  Juro que não esqueço de escrever sobre ele. (em duas semanas eu esqueci isso)

Música pra sexxxta:  Ain´t no sunshine  – Bill Withers por Lighthouse Family (ofereço ao povo triste, coitado)

É com a Lia ,

Amor, não se preocupe…

9, dezembro, 2009

Ora, não se incomode comigo. Sou apenas uma mulher que pensa que ainda é moça que quer ser anciã. Falta pouco, passa rápido, o fim é o mesmo para todos. Geniais como eu ou não, todos vamos perecer durante a jornada e quando chegarmos lá, é o fim. Então não tenho pressa, minha origem pseudo tangamandapiana ajuda a me tranqüilizar e buscar ser feliz, mesmo quando sou ridícula e acredito ser genial. E, se nada existir além da minha percepção egoísta de que o mundo poderia ser melhor se a maioria das pessoas não tivesse preguiça de pensar, se os Deuses são apenas uma projeção da nossa incapacidade, se nada existe além do fim e estamos aqui por acaso, pelo menos não sentei no trono do meu apartamento com a boca escancarada e cheia de dentes esperando a morte chegar. Essa boca e esses dentes têm mais o que fazer até lá. Mmmkay?

E uma frase bem  apropriada pra hoje é: se a carapuça serviu, castre-se!!

Uma música maravilhosa da minha vida: At last – Etta James

É com a Lia