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Arquivo da Categoria ‘Conselhos Inúteis’

NO AR! A culpa é de quem?!

8, maio, 2010

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E aí?

Brisas, Conselhos Inúteis ,

Despeito é foda – 2

22, março, 2010

Ah, sim, já escrevi sobre isso. É que bastante gente despeitada tenta me aborrecer e eu fico com muito material para comentar. É foda, gente insegura que se preocupa muito com a vida alheia, espera e torce por uma falha, parece que vive dessa triste expectativa. Fale mal, fale de mim, só não fale pra minha mãe. Hoje em dia mais pessoas me importam, mas a idéia continua a mesma. Não é que não me importo absolutamente , fico incomodada. Isso de ser conhecida, reconhecida, é um saco… Não ganho nada com isso, faço por puro prazer ou absoluta necessidade de exprimir o que sinto e saber onde está escrito para quando preciso me ler, mas acabo me dando mal por dar as caras.

Desde que comecei isso, em 1999, juntei mais de mil páginas de textos entre tantos blogs: Lia a Louca, Super Ácido, Lia Drumond… sempre fiz questão de assinar embaixo como se atestasse que ali estava uma versão de verdade, feita de verdade por e/ou para mim. Muitas vezes gente conhecida usava o que eu escrevia para me atingir de alguma maneira, nunca tive grandes problemas com desconhecidos, muitas vezes essas pessoas me avaliavam mais pelo que liam do que pelo que viam… Foi prima, ex-sogra, ex-namorado, atual de ex-namorado, desafetos mais virtuais do que reais, escória da humanidade. Tudo bem, afinal é mais fácil me ler do que me ter. Mas isso, de alguma maneira, enjoou. Não que eu precise parar de escrever, não mesmo… Só não preciso mais dar pano pra manga idiota de gente imbecil. Muita gente é imbecil neste mundo.

O mais recente me persegue desde janeiro, é um muleque (porque homem não faz essas coisas), tem uma namorada feia, é vagabundo e acha que eu não sei quem ele é… Finalmente estou dando a atenção que ele tanto implora nos comentários pontuais, que argumentam brilhantemente sobre eu ser feia ou, ainda, iluminam meu dia com maldições do tipo: “seu filho deveria morrer arrastado que nem o João Hélio…” – Ele não tem filhos, coitado. Bom, um parágrafo dedicado à estupidez alheia, espero assim aplacar a sede de me ver atingida, espero que assim ele me deixe em paz e vá chacoalhar suas pulgas despeitadérrimas no inferno. É triste essa condição, não quero mais ser algoz de mim mesma ou colocar em risco o que mais amo, nunca se sabe até onde um maluco despeitado pode ir. Qualquer verdade não terá mais meu nome embaixo, aqui se torna oficialmente um canto pra conto e verso. Quem cuidava da minha vida inofensivamente, deixo um conselho: Vá surfar, pintar, dançar, trepar, criar… e depois escreva e depois leia. E depois faça de novo e de novo e de novo… e nunca assine embaixo. ;)

É… adoro finais dramáticos, no final este idiota (por que não abro quem é, né? dá dó…) acabou contribuindo pra uma fuga pela esquerda. Eu já sabia que escrever sobre o que penso pode causar mal entendidos, não é de hoje… Verdade dói, então não vou mais machucar quem não tem uma verdade tão boa quanto a minha, não vou mais dar armas para me atingirem, não preciso me autoafirmar como pessoa e sei da solidez dos meus valores. Virar a página é preciso, fomenta a criatividade e permite alternativas. Tenho muito o que viver e que escrever pra perder tempo com idiotas que não entendem – e nem é só um idiota, infelizmente. Logo mais tem continuação do Maldições…

Música pra nova fase desse jogo: Tá bom – Los Hermanos

Conselhos Inúteis, É com a Lia ,

Quem dança

26, janeiro, 2010

Os males espanta, mais até do que quem canta. Dançar é uma atividade física e social muito prazerosa, muito estimulante. É preciso desenvolver a inteligência musical, flexibilidade e autoconfiança para bailar com graça. É uma arte que requer não apenas ritmo, mas entrega de alma. Só dança sorrindo quem domina a arte, durante o ensaio quase nunca é de leveza a expressão, concentração e entrega paira no ambiente para que a arte nasça e seja bela. Não é apenas uma questão de técnica, pois essa é a parte fácil, a parte que pode ser transmitida. A graça do ritmo está na confiança, a execução confortável, como se cada movimento fosse tão natural quanto caminhar, respirar, dormir. Muitos são os artistas que se entregam profundamente, o baile também é um show que nunca pode parar, o corpo acaba mas dançamos com a mente, usamos nem que seja uma perna, um dedo, o balançar da cabeça que acompanha o ritmo. Assim como nascemos confortáveis com a água, nosso corpo nasce inclinado ao ritmo.

Quem diz que não gosta de dançar, não o sabe –  e tem vergonha de admitir que adoraria aprender - ou é muito doente. Pesado é aquele que da dança não se contenta… (Yoda style rulez!) Dance, não se importe com a apresentação, apenas deixe o ritmo te envolver e te devolver a liberdade de estar em si mesmo. Quem dança espanta os males que surgem e, também, aqueles que nos trazem.

Música pra dançar como se ninguém estivesse olhando hoje: Dance to the Underground – Radio 4

Conselhos Inúteis ,

Evolução e desafio

20, janeiro, 2010

Entropia é viciante, acho que já escrevi isso em algum lugar aí. Quanto mais sabemos, mais queremos saber e podemos acabar não sabendo muito sobre nada. E há quem seja especialista… Prefiro ser generalista, contemplar opções e ser, de fato e vida, metamorfose ambulante e não ter a mesma velha opinião formada sobre tudo. Não me limitar ao que sei que posso fazer bem, procurar o que não sei, sou movida por desafios e funciono melhor sob pressão. Flexibilidade é mais importante que força, costumo sempre tentar ser empática até com os tipos mais desprezíveis, mas nem sempre consigo vislumbrar o motivo, causa ou circunstância que leva alguém ao fundo do poço do caráter.

Que nem o bandido que, ao cometer uma violência, chama a vítima de ‘vagabundo’, a força da arma mais a certeza da impunidade são suficientes para fazer gente pequena sentar em cima de uma lâmina e ainda balançar as perninhas.  Mas nem sempre tudo acaba bem pro mal. O clichê de que o Bem sempre vence no fim emociona e inspira muito mais, e não é por acaso.  Todos querem os heróis, todos admiram os corajosos, mesmo quem não se identifica com o altruísmo sente-se atraído pelos benevolentes e suas histórias, os bons são mais líderes, pois seus motivos são mais nobres. Os bons são mais alfa…

Oh… a fingida decepção dos que falsamente estimam, a hipocrisia dos que pedem ética sem aplicá-la em suas próprias ações, o desafio da evolução… Estamos no Brasil de quase três décadas pós-ditadura e tem gente que não se sente livre para evoluir, participar, dar opinião, fazer parte e ser ético. Não precisamos mais nos esconder, esconder o que pensamos ou publicamos, podemos e temos o direito de nos expressar livremente. Mas nem todos têm essa coragem… Como se durante muito tempo tocar campainhas fosse proibido e, por isso, aprendessem a tocá-las e sairem correndo. E isso se tornou tão divertido (automático? aceitável? fácil?) que, mesmo depois de extinta a proibição, Pavlov rulez… Coragem, baby! Eu sei que você pode mais!

inteligencia

Música pra dia de feijuca  (bem que poderiam substituir a couve por espinafre hoje, adorooo): Speed Porco – Ecos Falsos

P.S. Juro que estou atualizando a lista de músicas do blog e, uma promessa de começo de ano, é baixar cada uma dessas músicas para fazer o GRANDE DVD DE MP3 DA LIA LINDA e enviar para os poucos felizardos que não considero déspotas (talvez ainda não, mas belezma – otimismo ou ingenuidade, nevermind…)

Conselhos Inúteis ,

Liberdade de ração

10, novembro, 2009

O muro de Berlim, que separava permanentemente um povo que era vizinho, caiu há 20 anos e a imprensa comemora a liberdade enquanto a falta de educação de base faz vergonha na educação universiotária com o espisódio da Geisy,  pretensa capa de revista onde não se precisa saber ler para ficar’ famosa’.  Podemos ver que a liberdade não existe e o pior, os maiores prisioneiros aqui não são pessoas que querem ficar quase peladas à vontade, como Geisy, e sim os coitados que a vaiaram, os que apoiaram a vaia, os que a expulsaram e depois a readmitiram. Escravos da ignorância que continuarão ignorantes mesmo depois de graduados, pois foi-se o tempo que um curso universitário exigia mais do que uma escola pública de segundo grau, ainda mais nessas unimerdas. Podemos ver que a sociedade brasileira é pobre de cultura, apesar de muito rica em expressão…

Aqui, para a grande maioria dos ‘cidadãos’, liberdade significa ficar pelado quando e onde quiser, fumar maconha ou usar qualquer outra droga sem restrições, falar palavrão ou constranger famosos na TV, invadir a privacidade de pessoas públicas e outras coisas idiotas. Aqui a maioria acredita que isso é liberdade e que hoje, por termos quase tudo isso, somos um povo, uma nação livre!!! (Nação) pobre é uma merda, mesmo… Essas liberdades são triviais em qualquer democracia que se preze, mas aqui o povo se contenta, e muito, com pão e circo, baby. E sexo, depois… De preferência sem camisinha, para crescer mais esse bolo de idiotas. É o truque de ilusionismo mais velho da história, enquanto eu mexo uma mão na sua cara você não vê que a outra está tirando alguma coisa do paletó. Enquanto o povo desejar liberdades pobres em vez de conceitos ricos seremos o que somos. A nação tem o povo que merece e vice-versa…

Música, então: Esquece e vai sorrir – Ludov

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A magia da tia Lia…

2, novembro, 2009

Nunca pensei que eu fosse me denominar ´tia´ assim, quase achando graça do tom antigo que a palavra confere.  Mas é, vou explicar, eu tenho um instinto que não é bem maternal, seria algo avuncular, relativo aos tios mesmo (tional? tianal é estranho…) Aquelas pessoas que gostam de você, te suportam algumas vezes, mas a distância saudável entre vocês faz com que o sentimento cresça sem dores. Hoje eu vou falar assim, que nem tia.

Foi dia das Bruxas, sabe? Uma coisa que sobrinho meu nem desconfia é que sou uma tremenda bruxa que adoro morder criança fofa e boazinha. Quanto piores eles forem, melhor pra eles. Hoje é dia de Finados, os mortos… Melhor dia para ir à parques tipo Playcenter, apesar do feriadão. Ter um povo cristão é garantia de que a maioria tem medo de castigo, ou seja, não vão profanar a memória dos defuntos se divertindo horrores… Sorte de quem não se preocupa em respeitar a memória dos mortos apenas uma vez por ano.

A magia… Sim, sabe qual é o meu maior encanto e feitiço e maldição? Não? Nem eu… Mas suspeito que tenha alguma coisa a ver com autenticidade, curiosidade e infantilidade. Apesar de ter uns cegos que enxergam uma femme fatale, quem conhece de perto sabe que não passa de pose, de brincadeirinha. Não me levo à sério, como poderia esperar que mais alguém leve? O segredo é ser você mesmo e só deixar chegar perto quem não tenta te mudar, quem te respeita. Falta de respeito é a maior falta de educação, né?

Bom, notícia boa (pelo menos pra mim e para o meu blog)  é que nasceu meu primeiro livro: Otaku – a evolução do Japonismo.  Bom, o título talvez seja enigmático para uns, óbvio para outros. Era o que faltava, e agora já era…  estou livre por enquanto.  Sim, tenho planos de continuar essa idéia, pois ficou incompleta na minha opinião por falta de verba para fazer uma pesquisa empírica nacional e de tempo. Mas que se foda… Estou feliz pra cacete com isso, aliviada, angustiada, ansiosa e (mais alguma coisa com A)… afásica.

Música pro dia fúnebre:  The way – Fastball (acabei de aprender a tocar essa no violão, to me achando…)

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Operação Sorriso

8, julho, 2009

Eu liguei e confirmei, é verdade. Falei no telefone do Rio de Janeiro com Elisa Campos. Estou repassando por ser bacana… Talvez o banner não esteja muito bacana em termos de resolução, então vamos aos dados:

Triagem para participar acontecerá dias 6 e 7 de agosto à partir das 8 horas no Hospital do Fundão na UFRJ. Dão alojamentos para pacientes e acompanhante. Maiores informações nos telefones (11) 3443 1710 e (21) 7152 3855.

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Música pra véspera de feriado com boa notícia:  Dias de Luta – Ira!

Conselhos Inúteis

Tutorial – Pintura de Quarto de Filhote

21, maio, 2009

1. Desenhe as paredes com um lápis número 2. No caso eu peguei umas figuras de fundo do mar pra colorir na internet, foi muito difícil encontrar, tive que abrir o google e escrever “fundo do mar pra colorir”. Ah, e depois clicar em search. Pra ver as imagens com mais detalhes, clique nelas, duh…

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2. Depois use lápis aquarelável (outros tipos não sei se prestam, pois nunca testei) e pinte as figuras. Não se preocupe em pintar bonito, apenas que não saia do contorno do desenho.

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3. Depois de pintar com lápis aquarelável tudo o que pretende colorir, começa uma parte bem legal: aquarelar. Use um cotonete ou qualquer coisa com um algodão na ponta. No meu caso, usei um treco de manicure. Não esqueça de molhar o algodão, viu? Mas não precisa deixar pingando, senào escorre. Bom, a prática leva à perfeição. Depois de uns dois ou três desenhos, pega-se o jeito de quando e quanto molhar o algodão. Use um cotonete (algodão) para cada cor.

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4. Pra finalizar o desenho, contorne sem dó com caneta hidrográfica preta.

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E Voilá… Olha que bacana ficou:

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Durante o trabalho é bom escutar: Foo Fighters… Que é bom até pra saúde…

P.S. Sim, eu poderia fazer isso pra você. Pagando bem, que mal tem?

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WTF is a MEME?

6, janeiro, 2009
Recebi um MEME (O o) da Karol, do InBalada. MEME é, aparentemente, uma forma de você obrigatoriamente passear pelo blog dos outros e saber de coisas que eles queiram que você saiba, por alguma razão que só eles e os Deuses sabem…
As regras são as seguintes:
1 – Linkar a pessoa que te indicou.
2 – Escrever as regras do MEME em seu blog.
3 – Contar 6 coisas aleatórias sobre você.
4 – Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post.
5 – Deixe a pessoa saber que você o indicou, deixando um comentário para ela.
6 – Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post.
Então…
1º. Quando eu sou boa, sou muito boa e quando sou má sou melhor ainda…
2º. Odeio quando não dá pra segurar a onda
3º. Sou louca
4º. Sou um exemplo clássico de que o mau gosto impera
5º. Sou insuportável quando estou cansada
6º. Sou muito mais insuportável quando estou empolgada

Empurrar o MEME para 6 pessoas…

Brisa Feliz

EscúchamePorra

Lesma de Sofá

Mais ou Menos Nostalgia

O Mundo do Avesso

Tal e Coisa, Coisa e Tals…

É,  acho que é isso, gente…

Música? Quer? Flamenco Diablo – Yngwie Malmsteen

Conselhos Inúteis, Contos

Representando

29, dezembro, 2008

Eu sei ser convincente, eloqüente, persuasiva. Já me aconselharam a tentar a dramaturgia, as artes circenses e, principalmente, terapia. É um dom de maldição. É um puta atraso de vida, pois consigo fazer os outros acreditarem em coisas que nem eu acredito. Depois me arrependo quando mudo de idéia. Não que eu seja propriamente mentirosa, só tenho uma imaginação infernal que resolve tomar o lugar da minha consciência quando não estou totalmente no controle de minhas faculdades cognitivas – leia-se “vêvada”. Por isso é que não bebo nunca mais… É o que sempre dizemos na ressaca. Nem sempre mantemos a determinação. Não gostamos de resistir muito às tentações… Mas é importante saber a hora de parar, para não causar danos irreversíveis. Claro, minha consciência é bem flexível ao ponto de eu afirmar que  se não lembro, não fiz. E seria perfeito se mais ninguém lembrasse. Pior do que não lembrar é ser lembrado do que fez… Uma vez me contaram que eu estava tão breaca que lambi o cinto de segurança do carro e disse que estava docinho. Eu não lembro e a coisa poderia parar por aí… Mas quem lembra tira um barato da minha cara até hoje. Por isso este post é moralista e tem intenção de ser construtivo. N0 Reveillon não encha muito a cara, fique consciente, lembre-se que c* de bêbado não tem dono…

Música juju vein: Too drunk to fuck – Dead Kennedys

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