Arquivo

Arquivo de maio, 2009

Permissividade Parental?

28, maio, 2009

Figura1

Ainda bem que mi madre é das antigas…

Música pra googlar hojem: One – Metallica

Brisas

Burraco

27, maio, 2009

É o preço da fama ou infâmia
Sentir-se vigiada, observada, avaliada, analisada.
Sentir-se reprimida, espremida, exigida, engolida.
Não se saber livre ou conduzida
É o preço do abaixar ou permitir
Sentir-se manipulada, subestimada, procrastinada
Sentir-se à merce, com ou sem você, com muito a perder
Não saber quando é tempo de limite
É o preço de querer ser mais burra
Sentir-se perdida, ardida, metida, fudida
Sentir-se presa, coesa, beleza, riqueza
Não perceber que as rédeas são só minhas…

Leia mais…

Versos

Derradeira…

27, maio, 2009

E abençoada esperança. Tsukeee!! Bacana quando isso acontece, quando não quebro a cara assim, muito depressa. Claro, talvez eu esteja me enganando, talvez me enganaram e eu acreditei por ser mais fácil acreditar, por ser melhor assim. Então eu consegui sarna pra me coçar, muito trabalho e novas responsabilidades, parece que vai ser legal… Normal. Não me sinto muito animada depois de tudo, sinto que consegui o que queria, mas que fica cada vez mais difícil evitar a fadiga…

Mudando de alho pra bugalho, meu best place está pronto. Tudo no lugar, essa semana eu volto a pintar. No quarto de empregada que transformei em zona de conforto estão a maioria dos meus livros, todos os mangás e gibis (inclusive a coleção do Lobo :) ), espaço pra colocar uma rede, trilho de cortina pra eu colocar diferentes tecidos pra fazer fundo fotográfico na parede, meu cavalete, painéis começados e abandonados, guitarra e violão… Enfim, é um lugar que será um mundo… E é ao lado da cozinha, né? Ou seja, a geladeira fica bem perto. Agora é só alegria. Pintar painéis pra minha parede, inventar novas cortinas, pensar em tapetes e enfeites, coisas que fazem o dia-a-dia de uma casa.

O Américo, ah… Agora não quer dormir em sua cama, no seu quarto. É um deus no acuda toda madrugada. E ele tem vencido todas, ou acaba na nossa cama ou eu vou pro quarto dele. Chato, chato, chato… Mas aplicar a técnica de deixar chorar até esgoelar não é uma saída, pois ele sabe chorar até vomitar e isso faz o prejuízo ser muito maior… A última tentativa resultou na lavagem do edredon da minha cama, lençóis, fronhas e capa do colchão em plena madrugada. Se tivesse um botão de desligar, seria bem meais fácil… Nesse momento… AAaahhhhh!!! Que sono!!! Hoje foi metade da noite em nossa cama e metade no quarto dele. Tudo bem… Minha vida é linda, mesmo sem descanso…

ahahasleep

Músicam pra googlar hojem: Dumb – Nirvana

É com a Lia , ,

Entre a cruz e a espada…

25, maio, 2009

Que a cruz de ser tão idealista e utópica não se transforme na espada que vai me ferir numa segunda de terceira categoria. Sinto que estou no meio de uma jogada irresistível, e sei como agiria em outros tempos mais livres e mais irresponsáveis. Hoje usar de diplomacia é fundamental e pode ser fatal, de qualquer maneira. Alguma coisa vai morrer em breve, ou a esperança ou a insegurança. Está começando uma fase que promete, sei que não vou esquecê-la. As coisas que sempre me fizeram sonhar, a oportunidade de mudar o mundo ao meu redor pode, em breve, cair em minhas mãos, ou pode sair de vez do meu alcance. Cruz ou espada? Hipocrisia ou esperança? Sim, meu otimismo natural me faz acreditar que tudo vai dar certo, mas minha experiência diz que posso ser engolida por eufemismos e soluções paliativas. Não posso pagar pra ver, mas vou esperar e depois me inspirar com o resultado desse dilema…

Música pra googlar hoje: Always a target – Radio 4 (talvez fosse mais inteligente falar pros queridos leitores baixarem o CD todo deles nesse link aqui => Enemies Like This – senha: lagrimapsicodelica)

É com a Lia

Tutorial – Pintura de Quarto de Filhote

21, maio, 2009

1. Desenhe as paredes com um lápis número 2. No caso eu peguei umas figuras de fundo do mar pra colorir na internet, foi muito difícil encontrar, tive que abrir o google e escrever “fundo do mar pra colorir”. Ah, e depois clicar em search. Pra ver as imagens com mais detalhes, clique nelas, duh…

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2. Depois use lápis aquarelável (outros tipos não sei se prestam, pois nunca testei) e pinte as figuras. Não se preocupe em pintar bonito, apenas que não saia do contorno do desenho.

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3. Depois de pintar com lápis aquarelável tudo o que pretende colorir, começa uma parte bem legal: aquarelar. Use um cotonete ou qualquer coisa com um algodão na ponta. No meu caso, usei um treco de manicure. Não esqueça de molhar o algodão, viu? Mas não precisa deixar pingando, senào escorre. Bom, a prática leva à perfeição. Depois de uns dois ou três desenhos, pega-se o jeito de quando e quanto molhar o algodão. Use um cotonete (algodão) para cada cor.

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4. Pra finalizar o desenho, contorne sem dó com caneta hidrográfica preta.

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E Voilá… Olha que bacana ficou:

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Durante o trabalho é bom escutar: Foo Fighters… Que é bom até pra saúde…

P.S. Sim, eu poderia fazer isso pra você. Pagando bem, que mal tem?

Conselhos Inúteis , , ,

Chocante

21, maio, 2009

Mais uma descarga elétrica e alívio. A eletricidade lhe fritando os miolos era muito relaxante para terminar um dia horroroso como aquele. E era normal, choque elétrico antes de dormir, queimaduras ao acordar e sessões de afogamento durante o intervalo entre os choques e as queimaduras, mas só se comesse toda a comida e fizesse todas as  suas tarefas. Ou ficaria sem os afogamentos. Apesar de ser caçula, e da diferença de idade para seus irmãos ser de quase cento e oitenta anos, todos moravam na mesma casa. Uma vez sua irmã mais velha e mais rebelde de todos resolveu que deveria sair de casa. Mas quando se deparou com a bestialidade do mundo lá fora, voltou correndo para o conforto de seu lar. Nunca imaginaria que pessoas fossem capaz de colher flores, comer doces, acordar durante o dia. E ficou sete anos presa, foi o único lugar que se sentiu bem fora de seu lar. Mas depois desse tempoela saiu de lá. Disseram que foi parar ali por ter martelado todos os dedos da moça com quem dividia um quarto de pensão. Ficou agradecida pela moça ter conseguido um lugar tão nojento e fedido para ela ficar, isso sim é que era gratidão de amiga! Mas quando  percebeu que os amigos fora de seu lar não gostavam de ter seus dedos martelados, voltou pra casa.

O bom filho retorna, ela era uma filha digna demais pra ser boa. Voltou pra casa, mas perdeu o gosto por martelar os dedos dos irmãos menores como gostavam de fazer antigamente. Ficou meio palerma, até roubava flores que nasciam sem querer pelo pântano que rodeava a casa e escondia no meio dos grimórios da família. Quando alguém encontrava as flores secas, ela negava a autoria. Pelo menos essa característica dela parecia estar intacta, ainda era a maior mentirosa da família. E a família queria sair em férias, viajar todos  juntos para algum lugar cheio de dor e sofrimento, onde todo mundo pudesse sofrer e agredir à vontade. Precisavam escolher um péssimo lugar, resolveram pedir sugestões  aos vizinhos… Mas antes, um afogamentozinho coletivo pra animar. Naquela madrugada fariam um churrasco de lagartixas e chamariam todos os inimigos para proibí-los de ir na viagem deles… E seria uma grande viagem…

Contos

Pintada para guerra

18, maio, 2009

Sempre ouvi que mulheres e índios se pintam quando vão pra guerra… E nunca saio de casa sem rímel, ou me sinto nua. As coisas mudam muito, tudo muda na vida. E eu mudo junto, crio novas armaduras, possibilidades. Adorar desafios é viver juntando sarna pra se coçar. Eu adoro essa coceira… Sinto cada vez mais que posso cada vez mais, que quero cada vez mais, atingir cada vez mais longe, dominar esse mundo medíocre e chato de meos Deuses… Se pelo menos a hipocrisia diminuísse, se pelo menos o mau gosto ficasse mais longe, se pelo menos a falsidade pegasse mais leve… Se pelo menos o mundo fosse menos irracional, eu seria menos crítica, mais doce, menos ácida, mais tragável…

Mas isso não acontece e a cada dia a batalha recomeça. Saio de casa pintada pra guerra, pra combater a estupidez, pra tirar os ignorantes de perto, pra ser heroína…  Salvar meus mocinhos, lutar por eles, pelo mundo que construímos juntos a cada dia, eles são meu espinafre e kriptonita, são minha força e fraqueza, são a inspiração… Não, esse altruísmo todo não é típico de uma moça tão malvada quanto eu. É que se tudo estiver em paz, se eles estiverem seguros, se a vida for mais fácil pra nós e pra todo mundo sem que eu me sinta culpada por ter sorte na vida, poderei relaxar e descansar, um dia…

Música pra googlar nessa segunda de quinta categoria: Yesterday News – The Gossip (Essa vocal é uma diva… ao contrário das lady gaga da vida, que se preocupam em afinar a máquina de acasalamento, a fofa dessa banda tem voz, muita, dá gosto de ouvir bem alto… Ouve aí! )

Brisas , , ,

Travessa Tim Maia – Grafite

13, maio, 2009

É famosa essa travessa aqui na Vila Madalena. Eu passo por ali quase todo dia, em horários diferentes e vejo todo dia a mesma arte, cada dia com uma luz diferente. E dia desses resolvi fotografar pra colocar aqui. Coloquei a caminhada pra vocês me acompanharem… Segue um link pro slideshow (eu passei o dia inteiro tentando como uma cabeçuda embedar isso  sem sucesso) e desisti pra evitar a fadiga.

Travessa Tim Maia – Vila Madalena – São Paulo – SP – Brasil

Ou clica uma por uma aqui embaixo:

Música que gosto de ouvir descendo a ladeira da travessa: Too much to ask for – Radio 4 (estou amando essa banda)

P.S. A música é pra googlar pra evitar minha fadiga de tentar por um link do youtube aqui, por que sempre dá erro, então resolvi que só isso tá bom.

Brisas

Burrice humana não tem limite

11, maio, 2009

Não é questão de saber mais coisas, mas de saber lidar com mais coisas. O mundo evolui a cada dia, alguns gostam disso e outros acham que o mundo vai acabar por isso. A crescente intolerância é o que mais alimenta a violência, muito mais do que qualquer diferença social, muito mais do que a cultura do medo. As pessoas se agridem por que não se suportam, são narcisistas sádicos que só fazem meter o pau em tudo que não gostam. Desde que esse meter o pau seja apenas uma figura de linguagem, tudo bem. O fato é que há hipocrisia demais nesse mundo, minha gente. Muita mesmo. Você está proibido de admitir seus preconceitos. Você é obrigado a engolir sua opinião caso ela não seja imparcial e justa. Isso é uma merda, isso faz crescer teorias de conspiração e a mania de perseguição.

Seria muito mais simples ter a liberdade de expressar sua opinião, seja ela qual for, e cada um que aprenda a lidar com o que discorda, com o que não é espelho. Se eu escrever o que realmente acho, posso ser bem processada e perder. Vão me acusar de racista, de imoral, de tudo o que eu realmente sou e isso vai me custar mais do que apenas um xingamento de quem não tem argumentos pra me contestar. Mas o fato de eu achar, por exemplo, que todo o homem que não se enquadra no perfil latin lover é feio já é um racismo. Mas eu adminto! Pode ser racismo, pode ser preconceito, mas é o que eu acho. E o fato de eu achar o tipo latin lover bonito e TODOS os demais FEIOS, escrito assim, é até engraçadinho.

Se eu escrever de outra forma, incluindo uma cor de pele, por exemplo, caracteriza o preconceito. Se eu disser que acho o oriental, por exemplo, feio, estou sendo racista. Se eu disser que acho o negro feio, no Brasil, estou cometendo uma sandice criminosa. Mesmo que essa seja minha opinião, não tenho o direito de pensar assim. Querem enfiar na minha cabeça que somos todos iguais, enquanto as propagandas querem me vender individualidade. É burrice demais. Não é por acaso que crescem os grupos de neonazistas. Tenho medo desses caras e jamais teria qualquer relação de cordialidade com alguém que eu soubesse que admira um genocida como Hitler (Fidel, Stalin e etc também… bando de malucos sádicos). Eu sou intolerante com os intolerantes. Eu não suporto quem não admira a pluralidade, não suporto a idéia de uniformidade, de igualdade. Isso não existe, porra! Não existem raças se somos todos humanos, a cor da pele não é um fator determinante na personalidade, e sim na sociedade  – devido a burrice humana não ter limites. E temos o direito de escolher a cor de nossa roupa, não de nossa pele. Nem o direito e nem a oportunidade. Você não pediu e nem fez nada para “conseguir” ter a aparência que tem, aconteceu por acaso, assim como foi por acaso que você nasceu mulher e foi por acaso que sua genética te abençoou com a tendência pra desenvolver a calvície.

Então, é muito óbvio que o preconceito existe por que a sociedade brinca com a cabeça dos burraldos Dupiniquins. Te diz o que fazer  mas faz o que te diz pra não fazer. A diferença existe, somos diferentes, únicos, singulares, ímpares. Mas, no fundo, somos todos caveiras. Tanta coisa, tanto roubo, tanta maracutaia lesando a sociedade como um todo, sem distinção de cor, apenas distinção de classe social (leia-se da classe média pra baixo) e esses idiotas burraldos pensam que separar a sociedade pela porcentagem de ascendência branca que o caboclo tem vai fazer diferença. Alma não tem cor. Burrice não tem cor e nem limites…

Segunda é foda, né? Música pra alegrar a semana, que está precisando… Uhnn, googla: É assim que me querem – Ira!

Brisas

Dias das Mães (pra quem ainda tem coragem)

7, maio, 2009

Aí, outro dia eu ouço no rádio do carro uma propaganda de revista cuja manchete era “Licença Maternidade de 2 anos é possível” ou algo que o valha. E o locutor seguia desfiando a idéia de que se a mulher se preparar ($$) com antecedência, pode ficar os primeiros dois anos com a cria sem falir. A tal revista é voltada para o público feminino, principalmente o que trabalha fora (leia-se remuneradamente, por que trabalhar em casa é sujo, pesado, escravocrata e quase nada reconhecido pelos “patrões”). Achei a tal matéria uma puta hipocrisia. Nem a li, na verdade e, portanto, minha opinião talvez seja só mais uma crise de achismo. Mas pelo menos é uma opinião baseada na experiência real de mercado de trabalho que vivo desde os 15 anos. O fato é que a maioria das mulheres nos trabalhos burocráticos não têm filhos. As que têm, ou tiveram muito cedo, ou muito tarde, dessas poucas mães são raras as que têm mais de um filho, algumas têm gêmeos por que assim é uma licença só pra dois e é fácil conseguir gêmeos quando se engravida com técnicas de reprodução assistida. Fala-se de mulher no mercado de trabalho, mas não se fala da mãe. Sim, vida pessoal e vida profissional devem estar separadas. É? Como mãe eu digo que sou uma profissional muito mais responsável por ter um filhote em casa que depende do que ganho com meu trabalho, e isso me deixa muito mais mansa.

Fato é que a maioria dos patrões, quando vão contratar mulheres, preferem as que não têm filhos e nem pretendem. As que têm filhos pequenos precisam dar certeza que nunca vão precisar deixar o trabalho pra cuidar de assuntos da maternidade (ter babá no tronco de casa 24 horas por dia, ter avó no tronco de casa, ter alguém no tronco pra levar as chibatadas do padecer no paraíso por você) ou você pode ficar bem atrás da concorrência das que decidiram que ser mãe dá muito trabalho. Realmente dá, realmente desfavorece quem precisa ser workaholic pra mostrar competência, realmente não é fácil ser mãe e profissional. Mas há quem consiga e há até quem tire de letra. Uma dia quero tirar de letra e não apenas conseguir.

Meu plano de curto prazo é diminuir minha carga de trabalho pra meio período. Por enquanto não dá, mas penso que ano que vem há de ser. Sim, eu adoro ficar em casa cuidando de casa e de filho. Sim, eu enlouqueceria se só fizesse isso. Mas acho que conciliar faz parte do bem-estar. Vou trabalhar melhor se não me sentir culpada por passar o dia todo longe dele, vou cuidar melhor  se tiver mais tempo pra ele, vou ser mais feliz se conseguir o que quero, eu acho. É importante ter mais tempo pra cuidar das coisas da casa, das pessoas da minha vida. Trabalhar dignifica esse tempo, que será muito mais valorizado. Dinheiro? Vai ficar em segundo plano. Eu sei que não tenho como competir com mulheres que fazem da carreira profissional a vida delas. Só sei que tenho pena… Minha vida tem mais vida e não é uma crise internacional que vai abalar as estruturas de amor que um lar oferece. Nesse dia das Mães eu só queria mesmo propôr uma reflexão pras mães de filhos únicos: ter outro filho pode atrapalhar sua carreira, mas não tê-lo pode atrapalhar o desenvolvimento de seu filho. Geralmente os pais morrem antes de seus filhos, e um filho único fica sem família quando isso acontece. Feliz Dia das mães, pra todas as corajosas e medrosas desse mundo. Feliz Dia das mães, mãe! Te Amoo! Obrigada pelo Pequia (hoje mais conhecido como tio Otto) Amo vocês!

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Música pra googlar e dançar  – minha mãe que me ensinou a gostar desse cara: You’ve lost that lovin’ feeling – Johnny  Rivers

P.S do dia seguinte: Quando fiquei pensando nesse texto depois de postado, foi inevitável pensar que faltou citar o Idiocracy. A mulherada muito inteligente demais pra deixar a carreira de lado e criar filho está deixando o mundo mais burro…

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